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14º salário do INSS: maioria é a favor do abono natalino

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Devido à pandemia do coronavírus, 99% das pessoas hoje relatam concordar com o 14º salário de emergência do INSS. Esse valor seria pago para segurados e dependentes da previdência. A enquete foi realizada pelo Instituto DataSenado.

Com isso, o senador Paulo Paim (PT-RS) acrescentou esse adicional no Projeto de Lei 3.657 / 2020. No texto, seria beneficiado quem recebe auxílio-doença, auxílio-acidente, aposentadoria, auxílio-morte e auxílio-reclusão. Para saber mais, continue a leitura!

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Portanto, de acordo com quem participou da pesquisa, o pagamento do 14º salário do INSS é muito importante. Isso porque poderá dar amparo social durante a pandemia aos segurados do Regime Geral de Previdência Social (RGPS). Além disso, 99% acredita que o pagamento do adicional ajudará a contribuir no estímulo da economia.

Projeto sobre 14º salário do INSS recebeu mais de 20 mil assinaturas

Em suas redes sociais, o senador Paulo Paim comentou o resultado da enquete.

O DataSenado mostra que a maioria concorda com a criação do 14º salário para aposentados e pensionistas. 70% ganham um salário mínimo. Com a pandemia, a crise piorou. É uma questão de justiça”.

O projeto teve origem em uma Ideia Legislativa apresentada por Sandro Gonçalves, advogado de São Paulo, e recebeu mais de 20 mil assinaturas. Assim, a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) encaminhou o texto para análise logo após a etapa virtual. A proposta foi transformada em projeto de lei pelo senador Paulo Paim.

Governo adiantou 13º devido à pandemia

Em 2020, aposentados e pensionistas do INSS receberam o 13º adiantado devido à pandemia da covid-19. Dessa forma, a primeira metade do 13º ocorreu junto aos benefícios de abril, pagos em maio. Em geral, o governo costuma antecipar a parcela em agosto ou setembro.

Já a segunda parcela foi depositada com os benefícios pagos em maio, ou seja, entre os dias 25 de maio e 5 de junho, sendo que o normal é entre os meses de novembro e dezembro. Por fim, assinada pelo presidente Jair Bolsonaro, no dia 22 de março, a antecipação deste ano estava prevista na Medida Provisória 927.

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Imagem: Vergani Fotografia / Shutterstock.com

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