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Bradesco reduz projeção de crescimento do PIB para 2021

No cenário previsto pelo Bradesco, após maio as coisas devem melhorar, com uma redução dos casos de covid-19.

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O Bradesco fez uma revisão sobre a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 2021 e chegou à conclusão de que vamos crescer ainda menos do que o esperado neste ano. Devido à grande desaceleração da atividade econômica em março, os executivos do banco acreditam que em 2021 o PIB deve ficar com um pequeno crescimento, algo em torno de 3,3%. A projeção anterior era de 3,6%.

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Os executivos do Bradesco acreditam que a desaceleração da economia deve prosseguir nos meses de abril e maio, afetando diretamente o início do segundo trimestre. No entanto, o banco acredita que essa desaceleração econômica, consequência da segunda onda da COVID-19, não deve ser maior do que a ocorrida entre março e abril de 2020.

De acordo com o banco, houve uma “curva de aprendizagem”. Isso quer dizer que tanto as empresas como os consumidores aprenderam a conviver com o distanciamento social e a tocar a economia na medida do possível.

No cenário previsto pelo Bradesco, após maio as coisas devem melhorar com uma redução dos casos de covid-19, consequência da vacinação de pelo menos todo o grupo de risco, que deve acontecer até junho. O banco espera que não haja atrasos na compra de doses da vacina. Assim, podemos esperar uma aceleração na vacinação. Atualmente, o ritmo é de 500 mil doses diárias aplicadas. Espera-se que de abril a junho esse número pule para algo entre 1 a 1,6 milhão de pessoas imunizadas diariamente.

O Bradesco projeta que no segundo semestre, devido ao avanço da vacinação, haja uma redução das restrições de isolamento social. O banco acredita que a recuperação da economia pode acontecer com a aceleração no processo de vacinação, mas, além disso, o maior crescimento da economia mundial e a manutenção de estímulos monetários e fiscais também devem influenciar nessa recuperação. Por fim, outro fator determinante serão as boas perspectivas para o crédito e o mercado de capitais.

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Imagem: rafastockbr / Shutterstock.com

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