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Brasil tem o segundo maior juro real do mundo após decisão do Copom de frear cortes

Após a decisão do Copom de manter a Selic para 10,50%, o Brasil passa a ter o segundo maior juro real do mundo. Entenda!

O Brasil, recentemente mantido em uma taxa Selic de 10,50% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom), está no centro das atenções por ocupar o segundo lugar global no ranking de juros reais, com uma taxa de 6,79% ao ano. Este levantamento, divulgado pelo Portal MoneYou, destaca o posicionamento do país em um cenário econômico internacional.

Por exemplo, na comparação mundial, o Brasil se situa atrás apenas da Rússia, à frente do México e de outras economias significativas. Continue a leitura para mais informações!

Por que os juros no Brasil permanecem elevados?

Símbolo de juros vermelho
Imagem: Andrey_Popov / Shutterstock.com – Edição: Seu Crédito Digital

Os juros elevados têm um impacto profundo não só na economia doméstica, mas também na atratividade de investimentos estrangeiros. Enquanto isso, a inflação projetada e as complexidades do cenário global influenciam diretamente as ações do Copom.

Ademais, as razões por trás da decisão do Copom de manter a Selic a 10,50% são diversificadas e complexas. Conforme indicado pelos diretores do Banco Central do Brasil, esta manutenção é estratégica para a convergência gradual da inflação às metas futuras.

Dadas as projeções inflacionárias e outros desafios econômicos globais, o Comitê opta por uma abordagem cautelosa e controlada. A comparação do Brasil com outros países em juros reais é a seguinte:

  • Rússia: 8,91%;
  • Brasil: 6,79%;
  • México: 6,52%;
  • Turquia: 4,65%;
  • Indonésia: 4,13%.

Quais são as consequências para os investidores?

Para aqueles que investem no Brasil, o cenário de juros realça aspectos cruciais sobre o potencial de rendimentos e a capacidade de gerar lucros sustentáveis. Esta conjuntura financeira impacta diretamente as estratégias de investimento, tanto em renda fixa quanto variável.

Investidores, especialmente os focados em dividendos e rendimentos contínuos, necessitam avaliar cuidadosamente as melhores oportunidades no mercado de ações e títulos. Analistas sugerem que, mesmo com um cenário de juros altos, existem ativos capazes de resistir e até se beneficiar desta situação.

Imagem: Andrey_Popov / Shutterstock.com – Edição: Seu Crédito Digital