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Confira quais são os estados com o maior número de desempregados no Brasil

Descubra os impactos regionais do desemprego no Brasil em 2024 e como a educação influencia as taxas de desocupação

Recentemente, os novos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) revelaram um aumento significativo na taxa de desemprego em várias regiões do Brasil. Assim, segundo o levantamento, houve um aumento no desemprego em 8 das 27 unidades federativas no primeiro trimestre do ano, comparado com o trimestre anterior. 

Dessa forma, essa é uma informação preocupante que indica uma tendência negativa em várias partes do país, enquanto apenas o Amapá experimentou uma queda significativa na sua taxa de desemprego. Veja mais detalhes da pesquisa!

Desemprego no Brasil

Entre os estados com pior desempenho, destacam-se a Bahia com uma taxa de desemprego de 14%, seguida por Pernambuco com 12,4% e Amapá com 10,9%, apesar de sua recente melhoria. 

No outro extremo, encontram-se estados como Rondônia e Mato Grosso, ambos com taxas de apenas 3,7%, e Santa Catarina, com 3,8%. Assim, confira o ranking completo de desemprego nos estado no 1º trimestre de 2024:

  1. Bahia: 14,0%;
  2. Pernambuco: 12,4%;
  3. Amapá: 10,9%;
  4. Rio de Janeiro: 10,3%
  5. Piauí: 10,0%
  6. Sergipe: 10,0%;
  7. Paraíba: 9,9%;
  8. Alagoas: 9,9%
  9. Amazonas: 9,8%;
  10. Mato Grosso: 9,7%;
  11. Rio Grande do Norte: 9,6%;
  12. Distrito Federal: 9,5%;
  13. Acre: 8,9%;
  14. Ceará: 8,6%;
  15. Pará: 8,5%;
  16. Maranhão: 8,4%;
  17. Roraima: 7,6%;
  18. São Paulo: 7,4%;
  19. Minas Gerais: 6,3%;
  20. Goiás: 6,1%;
  21. Tocantins: 6,0%;
  22. Espírito Santo: 5,9%;
  23. Rio Grande do Sul: 5,8%;
  24. Mato Grosso do Sul: 5,0%;
  25. Paraná: 4,8%;
  26. Santa Catarina: 3,8%;
  27. Rondônia: 3,7%.
Conseguir emprego em 2024 Desemprego no Brasil
Imagem: Brenda Rocha – Blossom / Shutterstock.com

Qual o impacto do nível educacional no desemprego?

Por fim, analisando o impacto da educação nos índices de desemprego, observamos que indivíduos com ensino médio incompleto enfrentaram a maior taxa, chegando a 13,9%. Por outro lado, a taxa entre aqueles com nível superior completo foi bem menor, apenas 4,1%, evidenciando a importância da formação educacional como um fator de proteção contra o desemprego.

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Os dados refletem um cenário desafiador para a economia brasileira, onde a educação surge como um divisor de águas na luta contra o desemprego. Enfim, a educação continua sendo uma ferramenta crucial na qualificação dos profissionais, ajudando a mitigar os impactos da desocupação.

Imagem: Brenda Rocha – Blossom / Shutterstock.com