O fim do ano está chegando e, com isso, especulações sobre algumas profissões que correm risco de sofrerem demissão em massa em 2024 já começaram. Isso porque, neste ano de 2023, já experienciamos algumas situações com profissões muito conhecidas, mas que foram substituídas por inteligências artificiais.
A grande maioria delas diz respeito à criações – seja artística ou textual. Com o avanço e abastecimento das IAs, é possível que diversas dessas profissões sofram com a desvalorização e, até mesmo, a possível extinção.
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Veja quais profissões correm risco de demissão em massa
Imagem: SMEEitz / shutterstock.com
Como falamos acima, a maioria dessas profissões que correm risco de demissão não precisam, necessariamente, de um contato direto com o cliente – e, se sim, podem ser substituídas pelo uso de robôs, por exemplo. Confira alguns dos cargos que estão em risco:
Redatores: com a ascendência do ChatGPT, diversas empresas têm dispensado o uso humano para a escrita de textos. Isso porque esta IA é, basicamente, capaz de produzir redações simples, como uma pessoa normal.
Artistas e Ilustradores: diversas inteligências artificiais já são capazes de produzir completamente diversas peças gráficas, imitando o trabalho humano, com os direcionamentos corretos.
Tradutores: na mesma onda dos redatores, o ChatGPT possui muitas informações de diversos idiomas e é capaz de traduzir diversas produções.
Caixas: essa profissão está, aos poucos, passando pela substituição por caixas automáticos, gerando maior risco de demissão em massa.
Atendente telemarketing: a IA avança não somente no campo gráfico e textual, mas também no de sistemas de atendimento, por meio dos Chatbots que se aprimoram, a cada dia, para se atualizarem.
Assistentes administrativos: assim como as profissões acima, essa corre risco de extinção pela substituição por IAs para realizar a gestão de documentos e análise de e-mails.
Minha profissão está ameaçada: o que fazer agora?
Se você se identificou em uma das profissões que correm risco de demissão, não entre em pânico. No entanto, é momento de se preparar. A especialização pode ser um caminho. Mesmo em áreas em que a IA tem feito avanços, existem aspectos da profissão que a tecnologia ainda não consegue replicar.
No caso dos redatores, por exemplo, textos mais elaborados e complexos ainda exigem o toque humano. Uma outra rota possível é a requalificação. Muitas das profissões ameaçadas possuem baixa chance de coexistência com a IA, como é o caso dos atendentes de telemarketing. Buscar qualificação em outras áreas pode ser um caminho seguro para o futuro.