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Geração Z tem menor salário, mais dívidas e maiores taxas de inadimplência; entenda

Uma pesquisa revela que a Geração Z enfrenta salários menores, mais dívidas e taxas de inadimplência mais altas. Saiba mais!

O recente estudo da agência de relatórios de crédito TransUnion trouxe à tona desafios financeiros consideráveis enfrentados pela Geração Z. Logo, eles incluem menores salários e maiores índices de dívidas e inadimplências.

Dessa forma, a análise compara a situação atual desta faixa etária com a realidade vivida pelos Millennials há dez anos. Continue a leitura para mais informações sobre o levantamento!

Qual é o cenário financeiro atual da Geração Z?

Jovens da geração Z trabalhando felizes ao redor de uma mesa que contêm folhas. notebooks, cafés e lápis
Imagem: Ground Picture / Shutterstock.com

A pesquisa indicou que os jovens de 22 a 24 anos, que compõem a Geração Z, possuem rendimentos mais baixos comparados aos Millennials quando estes tinham a mesma idade, em 2013. Este grupo enfrenta o desafio adicional da inflação persistente, que eleva custos desde a gasolina até os alimentos.

Ademais, as taxas de juros, as mais altas em 23 anos, também têm um impacto significativo sobre eles. Assim, isso eleva as rendas e os encargos financeiros sobre empréstimos diversos.

Os aumentos nos preços têm um impacto direto e robusto sobretudo porque a Geração Z ainda está nos primeiros estágios de construção de suas carreiras e patrimônios. Sem propriedades na maioria dos casos, e lidando com aluguéis que sobem ano após ano, a capacidade de poupança e investimento desse grupo é severamente comprometida.

O que esse grupo de pessoas pode fazer para melhorar sua situação financeira?

Apesar do panorama desafiador, há espaço para otimismo. Segundo especialistas, a Geração Z possui potencial para rápidos avanços salariais à medida que progridem em suas carreiras. Este progresso pode oferecer alguma mitigação contra as dificuldades financeiras, possibilitando um melhor gerenciamento de dívidas e investimentos no futuro.

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Por fim, Charlie Wise, da TransUnion, sugere que uma compreensão consciente sobre o que é possível gastar e o quão longe os recursos podem ir é crucial. Aconselha-se evitar o uso excessivo de cartões de crédito e considerar a consolidação das dívidas através de empréstimos pessoais com juros menores. Tais estratégias permitiriam um alívio no fluxo de caixa e potencialmente acelerariam a quitação de dívidas.

Imagem: Ground Picture / Shutterstock.com