Agora, porém, o cenário é mais otimista. Confira detalhes do que os especialistas em economia acreditam que está por vir em 2023.
Projeções mostram queda de inflação em 2023
Tudo indica que o caminho para a diminuição da inflação continuará sendo seguido este ano.
O mercado econômico foi diretamente afetado pelo período de pandemia causada pela Covid-19 que o mundo enfrentou. Além disso, os conflitos entre a Rússia e a Ucrânia impactaram ainda mais os negócios.
A lista de coisas cujo preço aumentou significativamente é longa. Consequência do cenário dos últimos anos, a solução encontrada pelo Banco Central foi aumentar os juros.
A economia precisa de tempo para encontrar alguma estabilidade, mas podemos considerar que o pior já passou, e, de agora em diante, a inflação deve continuar em queda. Além de um cenário estável, houve a diminuição de impostos sobre o combustível, que colaborou com a redução da inflação.
Segundo o economista Lucio Silva, do Grupo Euro 17, “há também uma desaceleração das economias desenvolvidas, o que deve ajudar a conter o preço das commodities agrícolas e minerais, contribuindo para o controle da inflação. E tem o efeito da política monetária, que segura a demanda e o aumento dos preços”.
Sobre as porcentagens esperadas
A porcentagem esperada da inflação para 2023 é menor que a do ano passado.
O texto do Focus, do BC, acredita que a inflação será de 5,17% este ano, enquanto a estimativa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada é ainda mais baixa, 4,9%. Espera-se que a inflação do ano passado se encerre em 5,9%, de acordo com cálculos do IBGE.
Diversos economistas acreditam também que deve ocorrer um crescimento na economia mundial, agora que tudo está se encaminhando para a normalidade nos negócios, pois já deu tempo de haver uma reorganização de alimentos, petróleo e transporte, passado um tempo da guerra na Europa e diminuído a política de Covid zero na China.
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