O Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou quais são os países que possuem as maiores economias do mundo em 2023. O Brasil, por sua vez, está posicionado entre as 10 primeiras nações nesse quesito, por exemplo.
Logo, de acordo com as projeções do FMI, ocupam as primeiras posições Estados Unidos, China e Alemanha, respectivamente. Saiba mais informações sobre esse levantamento na sequência!
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Lista do FMI com maiores economias do mundo em 2023 inclui o Brasil
Imagem: gopixa / Shutterstock.com
Confira abaixo a lista completa com as 20 maiores economias do mundo em 2023, assim como o Produto Interno Bruto (PIB) calculado em dólar de cada uma dessas nações neste ano.
Estados Unidos – US$ 26,95 trilhões;
China – US$ 17,7 trilhões;
Alemanha – US$ 4,43 trilhões;
Japão – US$ 4,23 trilhões;
Índia – US$ 3,73 trilhões;
Reino Unido – US$ 3,33 trilhões;
França – US$ 3,05 trilhões;
Itália – US$ 2,19 trilhões;
Brasil – US$ 2,13 trilhões;
Canadá – US$ 2,12 trilhões;
Rússia – US$1,86 trilhão;
México – US$1,81 trilhão;
Coreia do Sul – US$1,71 trilhão;
Austrália – US$1,69 trilhão;
Espanha – US$1,58 trilhão;
Indonésia – US$1,42 trilhão;
Turquia – US$1,15 trilhão;
Holanda – US$1,09 trilhão;
Arábia Saudita – US$1,07 trilhão;
Suíça – US$ 905 bilhões.
Mais informações sobre o ranking
Sendo assim, como observado, o Brasil ocupou a 9ª colocação entre as maiores economias do mundo em 2023. Vale destacar, inclusive, que o país ficou à frente de nações como o Canadá. Ainda, os dados são do relatório mais recente do World Economic Outlook, ou Perspectiva Econômica Mundial, em português.
Ademais, trata-se de um cenário em que a economia global está gradualmente se recuperando da crise desencadeada pela pandemia e pela guerra na Ucrânia. Dessa forma, o FMI prevê uma queda constante na inflação global ao divulgar a lista com maiores economias do mundo em 2023
De acordo com o fundo, portanto, espera-se que a inflação diminua de 8,7% em 2022 para 6,9% em 2023 e 5,8% em 2024. Portanto, isso seria impulsionado por uma “política monetária mais restritiva, apoiada pelos preços mais baixos das matérias-primas no cenário internacional”.
Andreza Araújo é formada em Letras (Português e Linguística) pela Universidade de São Paulo e em Jornalismo pela Universidade Anhembi Morumbi. Com experiência na área educacional como professora de inglês, atualmente atua como redatora no portal Seu Crédito Digital, escrevendo sobre finanças, benefícios sociais, consumo e mercado.