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Maioria dos brasileiros apoia criação do “Imposto do Pecado”; saiba mais

Pesquisa revela que maioria dos brasileiros apoia aumento do “Imposto do Pecado” para reduzir consumo de bebidas alcoólicas

A proposta de aumentar o imposto sobre bebidas alcoólicas, conhecida como “Imposto do Pecado”, vem ganhando força no Brasil. Uma pesquisa recente realizada pela Vital Strategies, empresa de saúde pública, mostra que 62% dos brasileiros apoiam a medida. Assim, o objetivo do aumento seria reduzir o consumo de álcool e seus impactos negativos na saúde pública e na segurança.

Em síntese, o “Imposto do Pecado” é um termo genérico que se refere à tributação mais alta sobre produtos considerados prejudiciais à saúde, como cigarros, bebidas alcoólicas e alimentos açucarados. A ideia é que o aumento do preço desses produtos desestimule o consumo e gere recursos para financiar programas de saúde pública e prevenção.

“Imposto do Pecado”

A Vital Strategies, uma influente organização de saúde pública, lançou uma campanha que busca esclarecer os efeitos nocivos do consumo de álcool e, através dessa conscientização, incentivar o apoio ao aumento de tributos sobre esses produtos. 

Assim, o impacto dessa medida na percepção e no comportamento do consumidor brasileiro é uma questão chave nesta discussão. Portanto, de acordo com a pesquisa da Vital Strategies, a maioria dos brasileiros está a favor do aumento do imposto sobre o álcool.

Dessa forma, essa pesquisa destaca uma tendência interessante sobre a conscientização pública quanto aos riscos associados ao álcool.

Reforma tributária do Governo Lula
Imagem: rafastockbr / Shutterstock.com

“Cerveja não é Pecado”

No entanto, contrapondo a opinião pública, o setor cervejeiro tem suas ressalvas quanto à inclusão de bebidas alcoólicas no Imposto Seletivo. De acordo com Márcio Maciel, presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv), acredita-se que o aumento da carga tributária poderia desencadear efeitos negativos sobre a economia, inovação e emprego no setor.

Diante disso, a campanha “Cerveja não é Pecado”, promovida pela indústria cervejeira, destaca a preocupação específica com as cervejas artesanais. Essas cervejas, muitas vezes produzidas em pequena escala e que representam um patrimônio cultural brasileiro, poderiam sofrer um duro golpe com a nova regulamentação tributária. 

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Assim, a possível sobrecarga tributária pode tornar o mercado inacessível para novos empreendedores e ameaçar a viabilidade dos produtores já estabelecidos.

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