O documento ainda apresenta as estimativas para outros fatores econômicos como a balança comercial, cotação do dólar, investimentos estrangeiros e taxa básica de juros. Para o levantamento, são entrevistadas mais de 100 instituições financeiras do país semanalmente.
Confira, a seguir, as projeções do mercado financeiro atualizadas.
Inflação: aumento consecutivo
A inflação para 2023 passou de 5,36% para 5,39%, sendo que a meta para a taxa foi fixada em 3,25%, podendo variar entre 1,75% e 4,75% para ser considerada cumprida. A taxa é diferente da projeção da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que foi determinada em 3%.
Apesar do avanço nos percentuais para este ano, a projeção para a inflação de 2024 manteve-se estável em 3,70%.
Em 2022, as metas foram ultrapassadas. Ao final do ano, o acúmulo de 12 meses do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) chegou em 5,79%, o que ficou acima do patamar estabelecido pelo CVM, de 5%.
Taxa de juros
A taxa básica de juros serve como mecanismo para conter a alta da inflação. Nesse momento, a Selic é de 13,75% ao ano e deve manter-se em altos níveis durante este ano.
Com o aumento da inflação, houve elevação também na taxa de juros, passando de 12,25% para 12,50%.
PIB: crescimento do país
Para 2023, economistas do mercado financeiro alteraram o PIB de 0,78% para 0,77%, o que representa mais uma queda. A sigla é a representação dos bens e serviços produzidos pelo Brasil e retrata o crescimento econômico nacional.
Para o próximo ano, a estimativa é de 1,5%.
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