O recente cessar-fogo entre Irã e Israel acalmou temporariamente os mercados internacionais, mas ainda deixa um rastro de incerteza geopolítica com reflexos diretos sobre o petróleo e, por consequência, sobre os ativos da Petrobras (PETR4). Embora o preço do barril esteja cotado a US$ 65 em 2025, analistas seguem otimistas quanto à capacidade da estatal brasileira de gerar caixa e distribuir dividendos atrativos aos seus acionistas.
Com base nesse cenário, o banco Santander estima que a Petrobras pode distribuir até US$ 7,3 bilhões em dividendos ordinários neste ano, o que representaria um dividend yield (rendimento sobre o dividendo) próximo de 9%, alinhado com grandes petroleiras globais.

