Aumento
Embora não haja um percentual fixado para o reajuste das mensalidades, os responsáveis devem estar preparados. Pois, de acordo com a previsão do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de São Paulo (Sieeesp), as matrículas devem ser corrigidas entre 7% e 12%.
Assim, as mensalidades de escolas de menor porte tendem a ter um reajuste maior. Pois, durante a pandemia, não reajustaram seus valores. Dessa forma, agora estão tentando reorganizar os preços e custos, explicou o presidente do sindicato.
“A orientação do Sieeesp é que isso não seja feito de uma só vez, sob risco de a própria escola ser penalizada por sua decisão. O que regula o preço é o próprio mercado de escolas particulares. Hoje, há várias escolas que competem pelos mesmos segmentos de público”, afirmou.
Perda de alunos
Ademais, o reajuste também se deve a perda de cerca de um milhão de alunos desde quando começou a pandemia da covid-19.
Além disso, durante o ano, quem paga em dia financia aqueles que não pagam, pois a Lei 9.870 proíbe que haja a suspensão de atividades escolares ao longo do ano letivo devido a falta de pagamento. Assim, o ensino de crianças e jovens é garantido e protegido. Contudo, a lei não age da mesma forma para que as escolas mantenham suas finanças.
Com informações do Valor Investe.
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