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Reajuste no Bolsa Família e novos adicionais em 2024, confira!

Saiba mais informações sobre o reajuste de valor e os novos adicionais previstos para o Bolsa Família em 2024!

O programa Bolsa Família é uma importante iniciativa de transferência de renda no Brasil, que visa combater a pobreza e a desigualdade social. Em 2024, o programa passou por reajustes significativos, incluindo aumento no valor dos benefícios e a introdução de novos adicionais para os beneficiários.

Dessa forma, saiba mais informações sobre essas mudanças e o impacto que elas têm na vida das famílias brasileiras. Continue a leitura para mais detalhes!

Quais são as novas regras e benefícios do Bolsa Família?

Mão segurando celular com a logo do Bolsa Família.
Imagem: rafapress / shutterstock.com

Este ano, o programa apresenta adições importantes que permeiam diversas faixas etárias e necessidades. Uma delas é o Benefício Variável Familiar Nutriz, que concede R$ 50 mensais para mães de recém-nascidos até seis meses. O objetivo é assegurar a adequada nutrição durante os primeiros meses de vida do bebê.

Além disso, houve um aumento na assistência para famílias com crianças até seis anos, com um adicional de R$ 150. Também estabeleceu-se um novo benefício para gestantes e jovens entre 7 e 18 anos, fortalecendo o apoio durante períodos críticos de desenvolvimento.

Com a integração desses incrementos, o benefício médio do programa subiu para R$ 682,32, e agora estende-se a aproximadamente 20,81 milhões de famílias em todo o território nacional, configurando um investimento robusto de R$14,81 bilhões.

Conheça outras novidades do programa

Uma alteração relevante ocorreu no Seguro-Defeso, benefício destinado aos pescadores artesanais durante o período de reprodução dos peixes. De acordo com a nova legislação, os valores recebidos por este seguro não terão mais desconto dos benefícios do Bolsa Família. Logo, isso garante melhor suporte financeiro a essa categoria profissional em um momento crítico de sua atividade econômica.

Ademais, o processo de distribuição dos benefícios do programa também foi melhorado por meio de uma maior integração com o Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS). Isso permitiu uma fiscalização mais acertada, resultando no cancelamento de benefícios para mais de 250 mil famílias que superavam o limite de renda, e na inclusão de mais de 170 mil novas famílias.

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Por fim, visando fomentar a independência financeira, uma nova regra permite que famílias beneficiadas que conseguem emprego e, consequentemente, aumentam sua renda, mantenham 50% do benefício por até dois anos. Esse suporte gradual é crucial para garantir uma transição suave para a autossuficiência, reduzindo o risco de retorno à situação de pobreza.

Imagem: rafapress / shutterstock.com