Valor do Bolsa Família pode aumentar para R$ 710 em 2024
O valor do Bolsa Família pode aumentar no ano que vem segundo informações do Governo Federal. Saiba mais detalhes!
Por Andreza Araújo
O valor médio do Bolsa Família pode aumentar em 2024. Logo, os beneficiários passariam a receber R$ 710 a partir de um reajuste de 4% na quantia repassada pelo Governo Federal. O ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, anunciou que há estudos para a implementação dessa medida.
Atualmente, o suporte médio oferecido pelo programa é de R$ 688,97 por família, beneficiando em torno de 21,45 milhões de indivíduos em todo o Brasil. Saiba mais informações sobre essa possibilidade de reajuste a seguir.
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Governo estuda aumentar valor do Bolsa Família em 2024
Imagem: rafapress / Shutterstock.com
O governo federal está considerando um aumento no valor do Bolsa Família, com potencial implementação a partir de março do ano que vem. No entanto, o valor final depende de diversas variáveis.
Entre elas, segundo o ministro Wellington Dias, estão: inflação, crescimento econômico, disponibilidade de recursos no orçamento, custo de alimentos e as políticas que envolvem o salário mínimo.
Nesse sentido, esse reajuste que faria o valor do Bolsa Família aumentar acarretaria um gasto adicional de R$ 5,6 bilhões no ano de 2024. No momento, o programa conta com um orçamento de R$ 168 bilhões. Vale lembrar que o programa oferece um benefício mínimo de R$ 600, que aumenta de acordo com a composição familiar.
Qual o objetivo do reajuste?
O motivo para a escolha do mês de março para iniciar o reajuste é que foi quando o governo Lula relançou o programa em 2023. Vale ressaltar a proposta de aumento do valor do Bolsa Família em 4% visa recompor parcialmente a inflação deste ano, que está projetada pelo mercado para ser de 4,8%.
A medida é vista como uma estratégia do governo para manter cerca de 20,7 milhões de famílias inseridas no programa até 2024. Porém, esses números tendem a oscilar, dado o fluxo constante de entrada e saída de beneficiários.
Paralelamente, o governo está realizando uma investigação minuciosa para confirmar se todos os beneficiários cadastrados como famílias unipessoais residem, de fato, sozinhos. Após a implementação de um piso mínimo de R$ 600 para o programa social durante o governo Bolsonaro – na época denominado Auxílio Brasil – houve uma fragmentação de beneficiários.
Andreza Araújo é formada em Letras (Português e Linguística) pela Universidade de São Paulo e em Jornalismo pela Universidade Anhembi Morumbi. Com experiência na área educacional como professora de inglês, atualmente atua como redatora no portal Seu Crédito Digital, escrevendo sobre finanças, benefícios sociais, consumo e mercado.