O Banco Central (BC) anunciou que fará novas mudanças nas regras do Pix, implementado em 2020, com o intuito de diminuir as ocorrências de vazamento de dados e golpes relacionados à forma de pagamento instantânea.
Com isso, o objetivo do BC é tornar as instituições financeiras mais responsáveis pela segurança do consumidor quando opta pelo uso do Pix, assim como, monitorar contas suspeitas de serem utilizadas em fraudes.
Algumas medidas práticas que poderiam ser imediatamente implementadas, sem grandes custos para as organizações envolvidas são: colocar limites para o uso do Pix por dia, por CPF/ por CNPJ e por valor; bloquear o repasse imediato de valores relevantes e a criação de um Banco de Dados de CPFs e CNPJs suspeitos”, comenta Ivo Cairrão, fundador e conselheiro no Grupo IAUDIT, especialista com mais de 45 anos de atuação em auditoria, tecnologia e consultoria empresarial, sendo 22 anos na empresa.
Além disso, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) aponta que os bancos são responsáveis por evitar que os golpes por meio do Pix ocorram, o que vai de acordo com o posicionamento do BC no debate para implementação de novas medidas para o Pix.
Cairrão também ressalta a importância de melhorar os programas de auditoria interna das instituições financeiras, até mesmo com eventual responsabilidade do diretor da auditoria, em caso de reconhecida ineficiência destes programas.
Assim como reforçar o controle de onboarding de clientes, conforme indica o Art. 2º da resolução nº 4.753/19, que regula a adoção de processos e controles que permitam validar a identidade dos titulares das contas.Entre no link abaixo e veja a matéria completa.