O JPMorgan Chase, uma das maiores instituições financeiras em âmbito mundial, abriu um processo contra Charlie Javice, empreendedora que teria cometido fraudes ao inventar 4 milhões de clientes para sua startup, o que corresponde a cerca de 96% da sua base.
Tudo começou com a abertura da empresa Frank por Javice que atuava para ajudar estudantes universitários a conseguirem auxílio estudantil e ainda conectava os clientes com possibilidades de bolsas de estudos. A companhia foi aberta há seis anos.
De acordo com a proprietária, a startup teria alcançado cerca de 5 milhões de clientes, feito que levou seu nome para a Forbes, na lista 30 Under 30, como um nome de pessoas que conseguem sucesso notório antes dos 30 anos.
No entanto, segundo informações do banco, a Frank contava com menos de 300 mil clientes quando o contrato foi assinado. Ou seja, sua ex-proprietária havia inventado os números do sucesso.
A descoberta da fraude aconteceu depois que e-mails enviados para os supostos clientes da startup retornavam e não eram entregues. A investigação também apontou que Javice pagava para criar listas de clientes falsas.
Após esse momento, o JPMorgan processou Javice por fraude. Do outro lado, a ex-proprietária da startup também entrou com uma ação contra a instituição financeira e alegou que as acusações eram inverídicas.
De acordo com o advogado de Javice, Alex Spiro, o JPMorgan não teria conseguido contornar as políticas de privacidade dos estudantes da startup e por isso tentaram renegociar o acordo.Veja a matéria completa no link abaixo.