Em um período de 22 anos, os cofres públicos deixaram de arrecadar R$ 210 bilhões em renegociação de dívidas de empresas e pessoas físicas. Os dados são do Sindifisco Nacional.
Dessa forma, a pesquisa mostrou que companhias com faturamento anual superior a R$ 150 milhões representam quase 70% de todos os contribuintes com dívidas, e que fizeram uso três ou mais vezes dos parcelamentos especiais.
A ideia do governo com a renegociação é que beneficiar os dois lados. Na teoria, enquanto de um lado, o poder público melhora sua arrecadação, de outro as empresas afetadas pela crise podem encontrar um caminho para quitar seus débitos.
Entretanto, muitos analistas afirmam que, na prática, nem sempre é isso que acontece. Até porque esses programas não proporcionam uma expressiva melhora nas contas públicas.
Por fim, de acordo com o Sindifisco, nos processos de renegociação a União abre mão de cerca de 60% do valor da dívida. E, ainda assim, acaba recebendo apenas 10% da fatia do valor que foi parcelado.Entre no link abaixo e veja a matéria completa.