Ações: quais sobem e quais caem com a Copa do Mundo?

Com o início da Copa do Mundo do Catar cada vez mais próximo, isto é, em 20 de novembro, o mercado de ações já está sofrendo alterações com o faturamento das empresas, tanto para o bem quanto para o mal. 

Vale destacar que o evento da Copa por si só já movimenta a venda em diversas categorias, como eletrônicos, móveis, alimentação e comércios. 

Primeiramente, pode-se citar as ações de varejo, como: Magazine Luiza (MGLU3); Americanas (AMER3); Ambev  (AMBV3). O Magazine Luiza, por exemplo, já subiu 147% desde 4 de julho, dia em que teve seu menor valor (R$ 2,13). Atualmente, a ação está cotada a R$ 5,28. 

Além das companhias de bebidas e de varejo de eletrodomésticos, cabe mencionar empresas de produtos esportivos, como por exemplo: SBF (SBFG3 dona da Centauro); Vulcabrás (VULC3, dona no Brasil das marcas Mizuno e Olympikus).

Essas empresas ganham destaque porque diversas pessoas tendem a comprar mais itens esportivos na Copa, como camisas das seleções e chuteiras. 

Além disso, Rodrigo Cohen, analista e cofundador da Escola de Investimentos, destaca que as pessoas geralmente compram itens de alimentação como carnes para churrasco e bebida alcoólica, o que pode beneficiar as seguintes companhias:

JBS (JBSS3); Mafrig (MRFG3); Assaí (ASAI3); Carrefour (CRFB3).

Acesse o link abaixo e veja quais são as ações que desvalorizam.