Dessa forma, o piso salarial nacional passará de R$ 1.302,00 para R$ 1.320,00, o que irá impactar diretamente diversos benefícios previdenciários e trabalhistas.
Embora a nova quantia já tivesse sido aprovada pelo Congresso Nacional em dezembro do ano passado, além do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ter prometido durante sua campanha, o reajuste não foi dado em janeiro devido à falta de margem financeira nos cofres da União para bancar o novo valor.
O valor de R$ 1.302,00 havia sido sugerido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), quando ele ainda estava no poder, visando somente as perdas inflacionárias, sem dar um ganho real ao trabalhador.
Com o reajuste do piso salarial, alguns benefícios previdenciários, assistenciais e trabalhistas também são impactados, como é o caso do vale-alimentação e vale-refeição, que pode ter o valor alterado de acordo com a política adotada por cada empresa e acordada com o funcionário.
No entanto, algumas empresas estabelecem valores fixos tanto para o vale-refeição, como para o vale-alimentação. Então, o reajuste não é feito de acordo com o salário mínimo.