Algumas pessoas que estavam presentes na Avenida Paulista, celebrando a vitória de Lula, cantavam “Ei Neymar, vai ter que declarar”. Isso aconteceu porque o craque pediu o cancelamento de dívidas dele com a Receita Federal, no valor de R$ 8 milhões.
Lembrando que em 2017, o CARF, que é a última instância administrativa para recorrer nas autuações fiscais, julgou o caso e reduziu de R$ 188 milhões para R$ 8 milhões, por entender que a maioria das sanções não se aplicavam. Ainda insatisfeito o jogador Neymar recorreu.
No mês de abril de 2019, o empresário e pai do jogador, Neymar da Silva Santos, foi recebido pelo atual presidente e pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, para esclarecer o processo movido contra o jogador da seleção brasileira, que constava no CARF (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais).
Esse encontro ocorreu seis dias depois do atleta solicitar, via recurso no conselho, o cancelamento de um processo que gerou para ele uma multa no valor de R$ 8 milhões.
Por fim, poucas horas depois de ter terminado a reunião, o pai do atacante postou em seu Instagram uma imagem da notificação da Receita do mês de janeiro.
No entanto, mesmo com as isenções, a empresa de Neymar ainda faz parte dos 10 mil maiores contribuintes do Brasil.
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