Um policial militar se tornou empresário e criou uma franquia milionária, mesmo sem ter experiência. Com uma mulher e outros sócios, ele investiu no mercado de acessórios para smartphones e desenvolveu uma marca própria.
Ele provou para a empresária Monique Morselli que a ideia daria certo e, assim, ela se tornou sócia. Entretanto, abrir a franquia de acessórios para celular gerou muitos conflitos.
De acordo com Ferlin: “a loja estava para vender no supermercado. Paguei os únicos R$ 50 mil que a gente tinha para quitar o nosso apartamento, que era financiado, fiz a proposta e a pessoa aceitou”.