De acordo com informações recentes, até o momento, um total de 24 demissões ocorreram, incluindo funcionários que mantinham um desempenho dentro do padrão esperado.
O banco alega que está em andamento uma reformulação no setor responsável pelas operações de abertura de contas, manutenção da autorização de representantes legais e atualização de dados cadastrais de empresas. Essa reestruturação é apontada como a causa das demissões em massa.
Segundo informações de uma reunião entre o Sindicato dos Bancários de São Paulo e o próprio banco, muitos gestores optaram por demitir funcionários em vez de encaminhá-los para processos de realocação.
Além disso, uma das justificativas apresentadas pelo banco é que o setor necessita de trabalhadores com um perfil mais analítico, contrariando as descrições de vagas disponíveis na internet, que solicitam o perfil correspondente às funções que os ex-colaboradores desempenhavam.
Sérgio Lopes, sindicalista e bancário do Itaú, denuncia que essa reformulação é uma forma sutil de terceirizar o trabalho bancário. O que, dessa forma, prejudica direitos trabalhistas e reduz os salários.