A apreensão da minuta que previa a medida inconstitucional se deu após prisão preventiva de Torres e um mandado de busca em sua casa, motivados pela crença de que o ex-ministro estava envolvido diretamente com a invasão e a depredação dos prédios dos Três Poderes, ocorridas em janeiro deste ano.
Apesar disso, Anderson Torres reforçou diversas vezes, durante o interrogatório, que não sabia quem redigiu o documento e que ele só estava ali para ser destruído.
Conforme a PF, agentes conseguiram colher diversas digitais e usarão um sistema de identificação para descobrirem as pessoas que manipularam a minuta do golpe.
Isso ajudará a direcionar melhor a investigação. Segundo informações adquiridas e divulgadas pelo colunista do Portal G1, Valdo Cruz, a perícia da PF identificou “fragmentos de digitais de várias pessoas”.Confira a matéria completa no link abaixo.