O homem, que atua como operador de empacotador em uma indústria de cal localizada de Belo Horizonte (MG), aparece nas imagens dançando durante um momento de lazer.
No processo, o profissional contou que, depois que o vídeo foi publicado no grupo da empresa, ele passou a receber comentários e mensagens constrangedoras, onde era chamado de “bicha”, “morde a fronha” e “veado”.
De acordo com a juíza Juliana Campos Ferro Lage, da 2ª Vara do Trabalho do município de Pedro Leopoldo, por conta da situação, a empresa deverá pagar uma indenização por danos morais no valor de R$ 2 mil ao funcionário.
Ao testemunhar, o operador de empacotadeira contou que o vídeo em que ele aparece dançando foi encaminhado no grupo no dia 6 de fevereiro de 2020. Já no dia seguinte, o homem passou a ser alvo de zombarias e comentários desrespeitosos.