Conforme a decisão, a companhia precisará pagar indenização por danos morais ao trabalhador, além de conceder pensão vitalícia. Desse modo, siga na leitura da matéria para entender o caso.
O bancário demitido teria trabalhado para a instituição como assistente de cliente J6 de janeiro de 2018 até o mês de novembro de 2021, quando foi desligado da empresa.
Ainda, de acordo com as informações, o funcionário demitido do Santander estava com doença psiquiátrica, que teria se desenvolvido em função do trabalho na empresa. Por meio de decisão da Justiça, o homem foi reintegrado à equipe em março de 2022.
A Justiça resolveu, então, pelo pagamento de indenização por danos morais de R$ 25 mil e pensão vitalícia em 50% do valor do salário. A determinação, feita pela juíza Paula Maria Andrade Amado, do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, considerou a demissão ilegal. O funcionário esteve afastado e, portanto, tinha direito à estabilidade por 12 meses contados a partir da alta da previdência.