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Banco Central autoriza Stone a atuar como financeira

A Stone recebeu autorização do Banco Central para operar como instituição financeira. Assim, empresa poderá expandir seus serviços. Entenda!

Bruna MachadoPor Bruna Machado3 min de leitura
Imagem de um celular sendo segurado pelas sombras de três mãos em um fundo com luzes azuis e vermelhas. No celular, aparece o logotipo da fintech Stone (com letras brancas e fundo da tela verde). A Stone recebeu autorização do Banco Central para atuar como financeira.

A Stone, líder brasileira no setor de fintechs, acaba de conquistar um importante marco em sua trajetória: o Banco Central (BC) aprovou a sua operação como instituição financeira.

Isso permite que a empresa ofereça uma série de produtos diferenciados aos seus clientes, tais como depósitos a prazo, ampliando assim suas opções de financiamento. Segundo Lia Matos, diretora de estratégia na Stone, a nova licença possibilitará diversificar ainda mais as suas fontes de recursos.

A saber, a autorização concedida pelo BC foi oficializada através de publicação no Diário Oficial da União (DOU). A publicação informa que a recém-criada financeira, cuja sede é em São Paulo, iniciará suas operações com um capital social total de R$ 40 milhões.

Banco Central autoriza Stone a atuar como instituição financeira: quais são os objetivos da fintech?

Stone recebe autorização do Banco Central
Imagem: Rafapress / Shutterstock.com

Em novembro do último ano, a Stone compartilhou objetivos ambiciosos com o público. Em resumo, a empresa planeja alcançar um portfólio de crédito de R$ 800 milhões até o final de 2024 e estima chegar a R$ 5,5 bilhões em 2027.

Além disso, a fintech também espera ultrapassar a marca de R$ 7 bilhões em depósitos de clientes até o fim de 2023, com o foco de dobrar o valor nos próximos quatro anos. Já no terceiro trimestre de 2023, a Stone registrava uma carteira de crédito de R$ 113 milhões e possuía R$ 4,5 bilhões em depósitos.

Saiba mais sobre a Stone

A Stone é uma fintech brasileira especializada em meios de pagamento. Seus serviços incluem operações de adquirência multibandeiras oferecidas através de maquininhas de cartões.

Ademais, a empresa entrou no mercado em 2014 e, quatro anos depois, realizou sua oferta inicial de ações (IPO) na bolsa de valores de Nova Iorque (NASDAQ), integrando a Stone Co., uma holding composta por várias empresas do ecossistema de pagamentos no Brasil.

Confira a cronologia da fintech:

  • 2014: Fundação da Stone, após o fim do duplo monopólio existente nas máquinas de cartão de crédito no Brasil;
  • 2016: Aquisição da Elavon do Brasil, convertendo a Stone na quarta maior adquirente do mercado de meios de pagamento;
  • 2017: Captação de um fundo de R$ 1 bilhão em referência à venda de recebíveis;
  • 2018: Realização do IPO na NASDAQ;
  • 2020: Aquisição da software house Linx, por R$ 6,4 bilhões;
  • 2021: Aquisição de 98% da Sponte, empresa de software de gestão educacional, por R$ 200 milhões.

E o futuro?

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Em resumo, com inovações e investimentos consistentes, a Stone se solidifica cada vez mais no cenário financeiro do país.

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A recente autorização do Banco Central para atuar como instituição financeira aponta para um futuro de diversificação ainda maior em seus serviços e de contínuo crescimento no mercado.

Imagem: Rafapress / Shutterstock.com

Bruna Machado

Autor

Bruna Machado

Bruna Cassana é gaúcha, natural de Pelotas, e atua como redatora no Seu Crédito Digital. Curiosa por natureza, está sempre conectada às tendências da web e às principais novidades sobre finanças, benefícios sociais e tecnologia. Com olhar atento às transformações digitais e linguagem acessível, Bruna contribui para informar e orientar leitores em decisões do cotidiano.

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