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Banco do Brasil dá notícia incrível para os brasileiros

Avatar de Maria Soares Maria Soares · · · 2 min de leitura
mulher negra de roupa profissional e de braços cruzados ao lado de uma tela com a logo do banco do brasil.

O panorama econômico do Brasil está prestes a se tornar ainda mais promissor para o crédito pessoal. De acordo com executivos do Banco do Brasil (BB), o segundo semestre do ano está sendo visto com olhos otimistas. Assim, será possível aumentar as ofertas de crédito para pessoas físicas e empresas.

Isso porque, a combinação da redução das taxas de juros, programas de incentivo à renegociação de dívidas e diminuição do endividamento familiar torna esse período especialmente propício para quem busca financiamentos e empréstimos. Veja detalhes na matéria.

Banco do Brasil e a queda no juros; Entenda

A política de redução da taxa básica de juros, a Selic, anunciada recentemente pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, vem sendo um fator crucial. Isso porque, o corte de 0,50 ponto percentual, estabelecendo a taxa em 13,25% ao ano, é o primeiro desde agosto de 2020.

Assim, a queda se alinha a expectativas positivas para o mercado financeiro nos próximos anos. Assim, a perspectiva é de uma redução gradual da Selic até chegar a 8,5% em 2026, conforme previsto pelo boletim Focus do Banco Central.

Segundo o vice-presidente de gestão de riscos do BB, Felipe Prince, entende-se que o terceiro e o quarto trimestre sejam bastante favoráveis para a instituição implementar a própria estratégia de crédito à pessoa física.

Como isso influencia as ofertas de crédito?

Com a queda nas taxas de juros, há uma esperança natural de estímulo ao consumo e investimento por parte das famílias e empresas. Afinal, em um cenário de juros mais baixos, os empréstimos e financiamentos dos bancos se tornam mais atrativos.

A Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade) pontua a influência dessa redução na Selic nas principais modalidades de crédito usadas pelos brasileiros. Itens como, cartão de crédito, cheque especial e empréstimo pessoal, por exemplo, sofrem impacto direto dessas essas mudanças.

No entanto, é importante ressaltar que, apesar das perspectivas animadoras, o risco de crédito ainda é um fator a ser considerado, conforme explica o diretor da Anefac, Miguel José Ribeiro de Oliveira.

Imagem: monticello e wichayada suwanachun / Shutterstock.com- Edição: Seu Crédito Digital

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