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Saiba como é formado o preço do combustível na bomba

Veja como fatores como impostos, distribuição e revenda impactam no valor

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Que a gasolina está cara, qualquer brasileiro sabe. Afinal, com a alta do dólar e dos preços na refinaria, praticamente toda semana ocorre um reajuste nos valores do combustível. Entretanto, você sabe como é composto o preço dos combustíveis cobrados na bomba? Até porque isso influencia bastante na alta de valores, e ter informações sobre esses processos e entender como funciona a cobrança é sempre útil. Então, para saber mais sobre o assunto, confira a seguir!

Você sabe como se forma o preço do combustível na bomba?

Dessa forma, de acordo com informações divulgadas pela Petrobras, coletadas entre 25 e 31 de julho de 2021, atualmente o preço da gasolina praticado na bomba é composto pelas seguintes porcentagens:

  • 12,2%: distribuição e Revenda;
  • 15,7%: custo do Etanol Anidro;
  • 27,4%: ICMS;
  • 11,7%: CIDE e PIS/PASEP e COFINS;
  • 33%: realização da Petrobras.

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Contudo, vale dizer que essas porcentagens mudam de acordo com o combustível. No caso do Diesel, por exemplo, o valor da “Realização Petrobras” é maior do que o do imposto cobrado sobre este combustível, sendo a porcentagem de 52,7%, enquanto o custo do combustível é de apenas 11,3%.

Com isso, é possível entender que, no caso da gasolina, o que mais torna caro o valor praticado na bomba são os impostos. Em especial o ICMS. Ao todo, ao somar os impostos cobrados, eles representam quase 40% do valor pago pelo cidadão brasileiro. Já no caso do diesel, os impostos não tem muito impacto, representando apenas 22,7%.

Na última quarta-feira (11), o Governo Federal anunciou uma nova Medida Provisória, que deve permitir que produtores do combustível etanol hidratado possam fazer a comercialização de forma direta com os postos de combustíveis. Desse modo, não há a necessidade de distribuidoras envolvidas na negociação. Porém, de acordo com o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), a MP não deve trazer frutos positivos para o consumidor.

“Acreditamos que a proposta legislativa não traz benefícios em termos de preço e informação ao consumidor, mas aumenta os custos regulatórios e fiscais e cria uma desestruturação em um mercado bastante maduro e complexo”, avaliou o IBP, em entrevista ao G1. A MP foi publicada na última quinta-feira (12).

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Imagem: Pairat Kumkrong / shuttertock.com

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