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Fábrica é fechada em São Paulo por motivo surpreendente

Na última quarta-feira (24), em São Paulo, a polícia realizou o fechamento de uma fábrica durante operação. Entenda o caso!

Hannah AragãoPor Hannah Aragão2 min de leitura
Guararema, São Paulo.

Na última quarta-feira (24), no município de Guararema, São Paulo, a Polícia Militar Ambiental fechou uma fábrica durante cumprimento de mandado de busca e apreensão. A ação fazia parte de operação para prevenção de queimadas e incêndio florestais.

O local encontrado pelos policiais funcionava como uma fábrica clandestina de balões. Siga na leitura para saber mais sobre o caso.

Polícia Militar Ambiental fecha fábrica de balões em cidade do estado de São Paulo

O mandado de busca e apreensão aconteceu em uma residência, localizada no bairro Jardim Luiza, na cidade de Guararema, Região Metropolitana de São Paulo. Na casa, onde funcionava a fábrica clandestina, os PM’s encontraram três máquinas de impressão, rolos de papel de seda, além de diferentes materiais utilizados na fabricação de balões.

A operação da polícia tinha como objetivo reprimir crimes contra o meio ambiente. Na hora da ação, na fábrica improvisada, somente um homem foi encontrado presente no local. Ele foi conduzido à Delegacia de Investigação do Meio Ambiente de Mogi das Cruzes. Lá, o caso foi registrado como apreensão de objetos.

Ações de prevenção a queimadas feita pela Prefeitura de Guararema

A Prefeitura de Guararema prestou suporte a Polícia Militar Ambiental durante a ação, oferecendo máquinas para a retirada do material apreendido na fábrica clandestina de balões.

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No atual período do ano, devido às secas, soltar balões representa grande risco de queimadas. Por essa razão, a prefeitura da cidade tem realizado campanhas de conscientização para alertar as pessoas quanto aos perigos da prática.

Cabe destacar que fabricar e soltar balão é crime. A pena, para quem fabrica e para quem solta, pode variar entre 1 e 3 anos de prisão. A ação, que pode resultar em queimadas e danos ambientais, também pode ser bastante prejudicial à saúde da população.

Imagem: Luiz Laurentino Leite / shutterstock.com

Hannah Aragão

Autor

Hannah Aragão

Formada em jornalismo pela Universidade Federal de Pernambuco - UFPE. Atualmente fazendo parte do Seu Crédito Digital, acumulo experiências como redatora de finanças, economia e futebol.

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