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Mercado de maquininhas visa aumentar seus lucros além dos cartões de crédito

Saiba mais informações sobre os movimentos feitos pelo mercado de maquininhas a fim de impulsionar seus lucros!

Andreza AraújoPor Andreza Araújo2 min de leitura
Pessoa segurando cartão de crédito e outra segurando maquininha de cartão bc

Uma nova configuração está surgindo no mercado de maquininhas de crédito. Por um lado, temos empresas controladas por bancos com capital fechado, que funcionam com maior flexibilidade e podem oferecer preços mais competitivos.

De outro lado, as empresas independentes buscam desenvolver ofertas bancárias atraentes e inovadoras para conquistar clientes. Saiba mais informações sobre quais são as estratégias desse setor na sequência!

Estratégia de diversificação no mercado de maquininhas

Pessoa segurando cartão de crédito e outra segurando maquininha de cartão
Imagem: Nattakorn_Maneerat / Shutterstock.com

No quarto trimestre de 2023, o setor de cartões registrou R$ 1 trilhão em operações realizadas. No entanto, a indústria tem enfrentado o desafio do Pix e tem buscado estratégias para diversificar suas receitas e oferecer mais produtos aos clientes.

A Rede, uma empresa do Itaú Unibanco, já percebeu essa necessidade há alguns anos. Em 2012, a empresa de maquininhas de crédito retirou seu capital da Bolsa de Valores, decidiu, partindo para a diversificação de seus ganhos Com isso, no ano passado, consolidou-se como líder do setor após a integração com as pequenas e médias empresas.

Esse movimento de integração feito pelo Itaú Unibanco na Rede tem sido replicado por outras instituições. Bradesco e Banco do Brasil, por exemplo, têm demonstrado interesse em remover a Cielo da Bolsa. Uma vez concluído, as três maiores forças do setor (Rede, Cielo e Getnet) serão empresas sem acionistas minoritários e poderão, em teoria, praticar preços mais baixos.

Inovação e crescimento no setor

A competição no mercado de maquininhas de crédito tem se intensificado. Empresas como PagBank, que lançou um banco digital em 2019, buscaram expandir e consolidar seus serviços na área. Outros players, como Stone e MercadoPago, também têm investido em inovação e crescimento, embora não se tenham pronunciado sobre estratégias específicas.

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Além disso, as empresas do setor têm buscado integrar as ofertas de serviços e produtos dos bancos controladores. Tal integração, no entanto, tem se mostrado desafiadora, pois exige a sinergia de sistemas e equipes comerciais independentes. Apesar disso, o processo está gerando um crescimento robusto, assim como a diversificação das operações dessas empresas.

Imagem: Nattakorn_Maneerat / Shutterstock.com

Andreza Araújo

Autor

Andreza Araújo

Andreza Araújo é formada em Letras (Português e Linguística) pela Universidade de São Paulo e em Jornalismo pela Universidade Anhembi Morumbi. Com experiência na área educacional como professora de inglês, atualmente atua como redatora no portal Seu Crédito Digital, escrevendo sobre finanças, benefícios sociais, consumo e mercado.

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