O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) do Brasil anunciou mudanças significativas na composição da cesta básica, visando melhorar a saúde e qualidade de vida da população. Assim, a inclusão de alimentos in natura ou minimamente processados tem como objetivo principal promover hábitos alimentares mais saudáveis.
Ministério do desenvolvimento proíbe alimentos ultraprocessados na nova cesta básica, confira a lista
O Ministério do Desenvolvimento proibiu alimentos ultraprocessados na nova cesta básica, modificando os itens disponíveis.
Além disso, essa medida também busca apoiar os pequenos produtores rurais do país, incentivando a produção local e sustentável.
Dessa forma, a decisão foi oficializada na última edição do Diário Oficial da União, evidenciando o compromisso do governo em promover uma alimentação mais saudável e acessível para todos.
Cesta básica: Evitando alimentos ultraprocessados

O objetivo da medida é evitar o consumo de alimentos ultraprocessados que são conhecidos por possuírem:
- Alto teor de açúcar;
- Gordura;
- Conservantes;
- Substâncias sintetizadas em laboratório.
Tais alimentos são frequentemente associados a diversas enfermidades crônicas, como:
- Doenças cardiovasculares;
- Diabetes;
- Obesidade;
- Hipertensão;
- Além de vários tipos de câncer.
Assim, para estimular a população a optar por uma alimentação mais saudável, o MDS planeja divulgar um material com guias, manuais informativos e outros documentos que orientem a composição da cesta básica em relação à quantidade e à combinação de nutrientes.
Então, de acordo com o decreto, a cesta básica deve conter alimentos como feijão, cereais, raízes e tubérculos, carnes e ovos, castanhas e nozes, leites e queijos, além de açúcares, sal, óleo, gorduras, café, chá, mate e especiarias.
Novas regras beneficiam pequeno agricultor
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Além de promover a saúde, as novas regras da cesta básica também visam beneficiar o pequeno agricultor. Dessa forma, a inclusão de alimentos produzidos pela agricultura familiar é priorizada pelo decreto, com o objetivo de criar sistemas alimentares saudáveis e sustentáveis.
Então, segundo o documento, sempre que possível, os alimentos devem ser agroecológicos, produzidos na mesma região em que serão consumidos e oriundos da agricultura familiar.
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Por meio desta medida, o Brasil espera não apenas melhorar a saúde da população através da alimentação, mas também promover a proteção do meio ambiente e a geração de renda para os pequenos produtores rurais.
Imagem: Maxx-Studio / shutterstock.com
