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Pesquisa confirma tendĂȘncia de redução na disparidade salarial de gĂȘnero

Uma pesquisa recente mostra uma tendĂȘncia positiva: nos Ășltimos 10 anos, houve uma redução na disparidade salarial entre homens e mulheres.

Bruna MachadoPor Bruna Machado⏱ 2 min de leitura
Mulher sorrindo e fazendo sĂ­mbolo de dinheiro com as duas mĂŁos

Uma pesquisa recente realizada pela Confederação Nacional da IndĂșstria (CNI) revelou dados encorajadores: nos Ășltimos 10 anos, houve uma redução significativa na disparidade salarial entre homens e mulheres.

Essa tendĂȘncia positiva aponta para um caminho rumo Ă  maior equidade de gĂȘnero no mercado de trabalho. Sendo assim, exploraremos os principais resultados dessa pesquisa e seu impacto na busca pela igualdade salarial.

Redução da disparidade salarial entre homens e mulheres

Mulher sorrindo e fazendo sĂ­mbolo de dinheiro com as duas mĂŁos
Imagem: @stockking / freepik.com

Segundo o levantamento “Mulheres no Mercado de Trabalho”, o índice que mede a paridade salarial entre homens e mulheres aumentou de 72 em 2013 para 78,7 em 2023.

Esse Ă­ndice usa uma escala de 0 a 100, onde valores mais prĂłximos de 100 indicam uma maior equidade salarial entre os gĂȘneros. Assim, essa evolução positiva reflete os esforços contĂ­nuos para combater a disparidade salarial e promover a igualdade de oportunidades no ambiente de trabalho.

Mais mulheres em cargos de liderança e maior empregabilidade

Além da redução na diferença salarial, o estudo também apontou outros indicadores positivos para as mulheres no mercado de trabalho. A participação feminina em cargos de liderança aumentou de 35,7% em 2013 para 39,1% em 2023, sinalizando uma maior representatividade e ascensão profissional.

Além disso, o índice de empregabilidade das mulheres apresentou um crescimento significativo, passando de 62,6 para 66,6 entre 2013 e 2023, respectivamente, indicando uma maior inserção no mercado de trabalho.

Mais escolaridade, mais tempo de trabalho reprodutivo

Outro aspecto importante revelado pela pesquisa é que as mulheres tendem a ter uma média de escolaridade maior que os homens. Logo, hå uma média de 12 anos de estudo em comparação com os 10,7 anos dos homens.

Contudo, apesar dos avanços, as mulheres ainda enfrentam desafios relacionados à chamada jornada de trabalho reprodutiva. O tempo dedicado a atividades domésticas e cuidados familiares ainda é maior entre as mulheres, o que pode impactar sua disponibilidade e participação no mercado de trabalho.

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Os dados revelados pela pesquisa da CNI apontam para uma tendĂȘncia positiva na redução da disparidade salarial de gĂȘnero nos Ășltimos 10 anos. No entanto, ainda existem desafios a serem enfrentados para alcançar uma verdadeira equidade no mercado de trabalho.

Imagem: @stockking / freepik.com

Bruna Machado

Autor

Bruna Machado

Bruna Cassana Ă© gaĂșcha, natural de Pelotas, e atua como redatora no Seu CrĂ©dito Digital. Curiosa por natureza, estĂĄ sempre conectada Ă s tendĂȘncias da web e Ă s principais novidades sobre finanças, benefĂ­cios sociais e tecnologia. Com olhar atento Ă s transformaçÔes digitais e linguagem acessĂ­vel, Bruna contribui para informar e orientar leitores em decisĂ”es do cotidiano.

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