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Sem expulsão: Cafeterias viram ‘home-office’ de autônomos

Descubra como autônomos estão transformando cafeterias em seus "home-offices", buscando um ambiente de trabalho mais sociável e produtivo.

Avatar de Gabriela Ferraz Camargo Gabriela Ferraz Camargo · · 2 min de leitura
Itaú

No mundo frenético dos negócios de hoje, as cafeterias se tornaram mais do que simples lugares para apreciar uma boa xícara de café. Se tornaram espaços de trabalho home-office onde reuniões de negócios, sessões de estudo e trabalho freelancer são realizada regularmente. Recentemente, uma situação relacionada a este assunto tomou os holofotes no Brasil quando um vídeo se tornou viral.

O vídeo mostra o dono de uma padaria expulsando com um pedaço de madeira um cliente que deixou um notebook aberto sobre a mesa. Este caso gerou debate, uma vez que não há legislação na Brasil que autorize ou proíba explicitamente o uso de dispositivos eletrônicos no comércio. Consequentemente, cada empresário acaba definindo sua própria estratégia de negócio.

Comunicação assertiva e respeitosa

Mulher comemorando vaga de emprego home office
Imagem: voronaman / Shutterstock.com

Paulo Gabriel, gerente de treinamento da franquia Sofá Café, é familiarizado com os desafios nesta situação. Assim, ele administra quatro cafeterias localizadas em locais estratégicos que atraem profissionais ocupados. Segundo Gabriel, o segredo para o gerenciamento bem-sucedido de tais situações é a comunicação respeitosa.

Ele afirma que, durante os períodos de pico de atendimento, é comum solicitar que os clientes mudem de lugar para otimizar o espaço. Em sua experiência, essa abordagem cordial funciona na maioria das vezes e poucos clientes reclamam.

“Quem está em uma região comercial [Faria Lima e Vila Olímpia] geralmente tem muita pressa, pede um café porque precisa voltar rápido ao trabalho. Já o cliente daqui [na unidade da Santa Cecília, inaugurada há dois anos] vem e fica à mais à vontade porque provavelmente tem mais tempo”, esclarece Paulo.

Importância de entender seu público-alvo

No bairro Anália Franco, uma região mais residencial da capital, está localizado o Espaço Sophia, que funciona como café, coworking e livraria. Thais Guimarães Pimentel, proprietária do local, acredita na importância de entender e conquistar seus clientes.

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Por atender a um público local, ela destaca que é crucial oferecer um ambiente acolhedor que exceda suas expectativas. Este debate demonstra que, em um mundo cada vez mais digital, os estabelecimentos comerciais precisam ser flexíveis e entender as necessidades de seus clientes, oferecendo um serviço diferenciado e de qualidade que atenda às demandas dos consumidores modernos.

Imagem: Jelena Zelen / shutterstock.com

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