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5 remédios usados no Brasil que são proibidos em outros países: alguns estão no seu dia a dia!

Cinco dos medicamentos mais utilizados no Brasil foram banidos no exterior. Descubra se você usa algum deles!

Guilherme TirelliPor Guilherme Tirelli2 min de leitura
Anvisa

Para conquistar uma vida equilibrada, muitos praticam esportes e buscam se alimentar bem. No entanto, nem sempre essas medidas são o suficiente para manter a saúde em dia, o que torna necessário o uso dos fármacos. Surpreendentemente, alguns dos princípios ativos mais famosos no Brasil foram banidos em outros países. Descubra, a seguir, 5 exemplos de remédios proibidos no exterior.

É amplamente reconhecido que os fármacos possuem tanto benefícios quanto malefícios. Por conseguinte, embora a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprove o uso de alguns medicamentos, diversos países não adotaram a mesma posição. Assim, é importante estar ciente de que remédios que fazem parte da seu cotidiano podem oferecer riscos ao seu organismo.

Famosos, mas perigosos?

Ao sentir dor de cabeça e febre, a maioria dos brasileiros recorre à dipirona. Em suma, grande parte da população possuí esse princípio ativo em sua “caixa de medicamentos”. Neosaldina, Dorflex e Buscopan são só alguns exemplos de remédios que contêm essa substância em sua composição. Porém, no Reino Unido, na Suécia e nos Estados Unidos, os cidadãos não usam esse o fármaco devido aos seus efeitos colaterais.

Outro medicamento banido em outros países é a Sibutramina. Em toda União Europeia, na Austrália, nos Estados Unidos, no Uruguai e no Paraguai as farmácias estão impedidas de comercializar esse remédio. O perigo desse princípio ativo se deve aos efeitos colaterais como ataques cardíacos e derrames. Entretanto, ele é um dos preferidos, no Brasil, para auxiliar na perda de peso.

Outros remédios banidos no exterior

Primeiramente, não se pode negar a relevância que a Bayer carrega entre as indústrias farmacêuticas. Ela quem produz o Diane 35, um dos principais anticoncepcionais em uso no país. Contudo, o etinilestradiol e o acetado de ciproterona – compostos ativos desse medicamento -, podem provocar desequilíbrios hormonais. Diante disso, a França proibiu a venda desse fármaco.

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Outro exemplo é o Mytedom, que atua, sobretudo, no controle de dores agudas e crônicas. No entanto, esse medicamente não está disponível nas prateleiras das farmácias russas. De maneira semelhante, nos Estados Unidos, outro medicamento foi proibido. Trata-se do Avastin, que auxilia no tratamento do câncer de mama, mas também produz efeitos colaterais à saúde.

Imagem: i viewfinder/ shutterstock.com

Guilherme Tirelli

Autor

Guilherme Tirelli

Fissurado por novos desafios e aventuras, contar histórias e escrever são as minhas paixões. Acredito, portanto, no poder das palavras para construir pontes e emocionar. Atualmente estou no 6º semestre de Jornalismo pela Puc-SP, navegando por todos os campos da comunicação.

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