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Absurdo: Personal é vítima de racismo por empresária, via Pix, e diz: ‘foi o caos’

Um personal trainer sofreu racismo via Pix por empresária. Saiba mais informações sobre o ocorrido e as reações sobre o caso.

Em São Paulo, um incidente grave envolvendo acusações de racismo e assédio tem causado grande repercussão. Um personal trainer de 34 anos foi alvo de ataques racistas e difamações por parte de uma empresária após um encontro que, segundo ele, deveria ter mantido caráter informal.

A vítima recebeu uma mensagem ofensiva por meio do Pix, uma ferramenta de pagamento eletrônico. Saiba mais detalhes do ocorrido, as reações e as medidas tomadas pelas autoridades a seguir.

Entenda o caso de racismo contra o personal trainer

silhuetas de vários rostos de perfil formando duas silhuetas maiores, tons de branco, cinza e preto
Imagem: Lightspring / Shutterstock.com

O episódio teve início quando a empresária Lilian Mohamad Atiê, de 35 anos, aluna da mesma academia que o personal treina, expressou interesse em tornar o relacionamento mais sério. Logo, isso causou desconforto e levou à decisão do treinador de encerrar o envolvimento.

Assim, esta decisão precipitou uma série de ações inapropriadas por parte dela. Entre as ações, incluem-se ataques verbais de teor racista por meio de transações de Pix e mensagens nas redes sociais.

Como os ataques se manifestaram?

Ademais, os ataques à dignidade do personal se intensificaram quando a empresária, após ser bloqueada nas plataformas de comunicação, passou a enviar depósitos via Pix contendo ofensas. Ela atribuiu rótulos depreciativos como “macaco” e “gorila” ao profissional de educação física por meio desses pagamentos insignificantes, geralmente no valor de R$ 0,01.

A situação ganhou outra dimensão quando o personal decidiu registrar um boletim de ocorrência. Assim, expôs não apenas os insultos racistas, mas também acusações infundadas de não realizar seu trabalho adequadamente. Além disso, documentos apresentados indicam que a empresária teria ido ao extremo de invadir a propriedade privada do treinador, aumentando a gravidade das acusações.

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Diante dos fatos, a administração da academia prometeu tomar providências para restringir o acesso da empresária ao estabelecimento. Por sua vez, a Secretaria da Segurança Pública ainda não se pronunciou oficialmente sobre o andamento das investigações.

Imagem: Lightspring / Shutterstock.com