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Afinal, como começar a Educação Financeira com as crianças?

Educação Financeira para Filhos é essencial. Descubra estratégias práticas para ensinar crianças e adolescentes a gerir dinheiro.

Preparar os filhos para manejar suas finanças é um passo crucial para um futuro estável. Com o crescimento dos filhos é importante ensinar sobre os valores do dinheiro. Assim, vamos explorar maneiras eficazes de engajar as crianças e adolescentes no aprendizado financeiro. Introduzir o conceito de gestão financeira no cotidiano dos jovens é fundamental.

Esta prática não apenas os prepara para decisões econômicas futuras, mas também instila responsabilidade e habilidade para evitar endividamentos desnecessários. Ao aprender sobre finanças, os jovens adquirem habilidades valiosas como poupar, investir e compreender o valor do dinheiro. Isto contribui para a formação de adultos mais conscientes e preparados para desafios econômicos.

Como iniciar a Educação Financeira para crianças?

Segundo Thiago Godoy, conhecido como Papai Financeiro e autor do livro “Emoções financeiras”, a educação financeira deve ser introduzida de forma lúdica e gradual a partir dos 3 anos. Utilizar brincadeiras e jogos que envolvam conceitos de economia pode tornar o aprendizado divertido e eficaz.

Sentados em um sofá, mulher, criança e homem segurando cartão enquanto olham para uma tela.  Educação Financeira
Imagem: Prostock-studio / shutterstock.com

Estratégias de envolvimento

Uma forma eficaz é através da mesada. Esta prática ajuda as crianças a entenderem o conceito de orçamento pessoal e a tomarem decisões sobre seus gastos de maneira autônoma.

  1. Atribuir tarefas simples em troca de uma pequena remuneração.
  2. Incentivar a poupança com um cofrinho ou conta-banco júnior.
  3. Conversar abertamente sobre as despesas da casa para que entendam o valor das coisas.

O desafio de falar sobre dinheiro com adolescentes

Ademais, a adolescência é um período de descobertas e, muitas vezes, de impulsos consumistas. Se a base da educação financeira não foi estabelecida na infância, ainda há tempo para corrigir o curso.

Adaptando o diálogo à maturidade

Outrossim, o diálogo sobre finanças deve ser ajustado para abranger temas como planejamento financeiro e metas de longo prazo, e até mesmo conceitos básicos de investimento. Assim, ferramentas como apps de orçamento podem ser introduzidas para familiarizar os jovens com a gestão de suas economias.

  • Discussão sobre as finanças da família incluindo os adolescentes nas decisões.
  • Estimular a independência financeira com responsabilidades crescentes sobre o próprio dinheiro.
  • Educar sobre fraudes e segurança online, especialmente ao usar contas bancárias e cartões.

Entendendo a mesada como ferramenta educativa

Uma mesada fixa pode ser um excelente método para ensinar sobre orçamento e poupança. É fundamental, entretanto, esclarecer o que se espera que esse dinheiro cubra, seja economias para um objetivo, seja a compra de itens pessoais. A mesada não deve ser vista apenas como uma forma de controle, mas como uma oportunidade de ensino.

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Deve-se ajustar o valor conforme as necessidades e explicar os motivos quando for necessário recusar pedidos de aumento ou gastos extravagantes. Assim, ensinar finanças aos filhos não é apenas sobre dinheiro, é sobre prepará-los para a vida. Ademais, a educação financeira eficaz começa com exemplo e diálogo.

Imagem: Reprodução/ Freepik