Afinal, seguro de vida cobre transplante de órgãos?
Descubra se o seguro de vida cobre transplante de órgãos. Entenda seus benefícios e faça a escolha certa para proteção.
Por Helena Serpa
Em 2023, o Brasil alcançou um marco positivo na área de saúde: o país registrou o maior número de transplantes de órgãos dos últimos 10 anos. De acordo com dados do Ministério da Saúde, foram realizados 6.766 transplantes de janeiro a setembro. Um aumento significativo em comparação com as 6.055 cirurgias realizadas no mesmo período do ano anterior.
Além do crescimento no número total de transplantes, houve um aumento notável no número de doadores efetivos. Em 2023, foram registradas 3.060 doações que resultaram em transplantes, representando um aumento de 17% em relação ao ano anterior. Quando foram contabilizadas 2.604 doações no mesmo período.
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Com o aumento da conscientização sobre a importância da cobertura de doenças graves, como os transplantes de órgãos, seguradoras têm adaptado seus produtos para atender essa demanda crescente. Assim, a cobertura para transplantes de órgãos está disponível no mercado de seguros de vida. Oferecendo aos segurados a possibilidade de receber uma indenização que pode chegar a valores significativos.
Cada seguradora define as especificidades da cobertura de transplantes em suas apólices. Na Zurich, por exemplo, estão cobertos transplantes de coração, pulmão, fígado, pâncreas, rim ou medula óssea, mas não procedimentos como a colocação de órgãos artificiais. Daniela Cruz, da Zurich, ressalta que a demanda por essas coberturas ainda é modesta devido a uma preferência por coberturas tradicionais.
Tendências e preocupações dos consumidores
Thiago Levy, do Grupo MAG Seguros, observa que a procura por coberturas que incluem transplantes de órgãos está diretamente ligada à necessidade de proteção financeira contra custos elevados de tratamentos médicos. Dessa forma, ele destaca que na MAG, além de transplantes de órgãos vitais, a cobertura de Doenças Graves inclui diversos diagnósticos, adaptando-se às necessidades dos segurados.
Outrossim, o aumento da expectativa de vida no Brasil impulsiona a busca por seguros que ofereçam coberturas abrangentes, como a de transplantes de órgãos. Ademais, segundo Hugo Ofugi, da Brasilseg, observa um crescimento na procura por coberturas de Doenças Graves. Evidenciando uma maior preocupação dos consumidores com eventos que possam afetar sua saúde enquanto vivos.
Jornalista mineira, formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ). Apaixonada por linguagem simples e comunicação acessível, atua como redatora no portal Seu Crédito Digital, onde produz conteúdos sobre finanças pessoais, cidadania, programas sociais, direitos do consumidor e outros temas relevantes para o dia a dia dos brasileiros. Sua escrita busca informar com clareza, contribuir com a inclusão digital e empoderar leitores a tomar decisões mais conscientes sobre dinheiro e serviços públicos.