FIDC do Alfa busca maior competitividade para as startups
De acordo com o diretor de novos negócios do Alfa Collab, Francisco Perez,”Por causa da versatilidade de comprar virtualmente qualquer tipo de crédito disponível pelo mercado, como debêntures ou promessas de crédito, o produto recém-lançado oferece mais agilidade e flexibilidade para elas.”
Em resumo, o objetivo do Alfa é entrar em mercados que não seriam seu alvo dentro da atual estrutura. Já para o diretor de Asset Management do Alfa, Ricardo Rolin, os FIDCs são opções diferentes dos ativos tradicionais do mercado. Por isso, se destinam em sua maior parte a investidores profissionais. Por outro lado, são capazes de oferecer produtos mais estruturados para quem quer investir.
Perfil de investidor que o Alfa busca para seus FIDCs
Segundo o Conglomerado Financeiro Alfa, a expectativa é movimentar R$ 500 milhões até o final de 2023 com seus FIDCs. Para isso, buscou-se a parceria com a Limine DTVM, com alta expertise no mercado em projetos que envolvem crédito.
Dessa forma, a Limine irá administrar e fazer a custódia dos FIDCs, de modo a oferecer tecnologia e dinamismo para todo o mercado que capitais das startups envolvidas no hub.
Além disso, a credibilidade do Alfa e seus 95 anos de história servem como pilar para que a atuação nos segmentos de crédito possam acontecer de modo sustentável e ético por todos os participantes do conglomerado.
Atualmente, fazem parte do Alfa o Banco Alfa, Banco Alfa de Investimentos, Alfa Financeira, Alfa Leasing, Alfa Corretora, Alfa Seguradora e Alfa Previdência.
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