O AliExpress fez um anúncio, na última semana, que deixou os brasileiros animados. O e-commerce internacional falou sobre o novo projeto de conformidade que a Receita Federal criou para as remessas internacionais que chegam ao país para pessoas físicas.
AliExpress divulga comunicado com boas notícias para os brasileiros
AliExpress divulga sua posição em relação ao novo projeto do governo e deixa brasileiros empolgados. Veja o que ela disse
No início do ano, o governo federal divulgou que pretendia aumentar a fiscalização sobre as compras internacionais que os brasileiros fazem em sites na internet. Com isso, a população reclamou do aumento no preço dos produtos e o Estado voltou atrás.
Entretanto, a Receita Federal lançou um programa de conformidade para empresas como o AliExpress e outros sites internacionais. As companhias aderem a ele se quiserem, e, em troca, vão receber alguns benefícios do governo.
AliExpress gostou do novo programa “Remessa Conforme”
Para o AliExpress, o novo programa do governo é uma forma de trazer mais transparência para as vendas internacionais para os clientes brasileiros. Além disso, a corporação acredita que o modelo trará benefícios para o comércio eletrônico do país.
O “Remessa Conforme” propõe que os grupos que aceitarem fazer parte do programa vão ter os seguintes benefícios:
- Isenção do imposto para encomendas para pessoas físicas até US$ 50,00;
- Liberação imediata das encomendas de baixo risco;
- Manutenção do Imposto Simplificado para itens de até US$ 3 mil.
Em contrapartida, as empresas, como o AliExpress, precisarão:
- Pagar os tributos antes de a mercadoria chegar;
- Vendedor deve informar a procedência e o preço com tributos;
- Nos casos de isenção, pagar 17% referente ao ICMS.
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Empresas nacionais são contra
Mesmo com o AliExpress expressando sua opinião favorável ao programa “Remessa Conforme”, as empresas nacionais não concordam com o novo projeto. A principal reclamação é a diferença de impostos que os negócios brasileiros precisam pagar.
No Brasil, considerando toda a linha produtiva, as corporações pagam entre 80% e 130% de tributos, dependendo dos produtos. Consequentemente, esses ficam mais caros para o consumidor. Portanto, elas veem a alíquota de 17% para os sites internacionais como uma forma de concorrência desleal.
Imagem: Sergei Elagin / Shutterstock.com
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