É fato que esses bancos digitais realmente fazem parte da vida de muita gente, e estão mais fortes do que nunca. Porém, em 2023, a tendência é que os bancos tradicionais acabem sendo favorecidos pelo público.
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Bancos tradicionais ou fintechs: preferência dos brasileiros para 2023 surpreende
Assim, após anos lutando para sobreviver à forte concorrência das fintechs, ao que tudo indica em 2023 os bancos tradicionais chegam mais fortes e sólidos ao mercado. Isso porque, em um contexto de aumento constante da inflação e dos juros, e de necessidade de segurança, a solidez do banco tradicional atrai.
Contudo, muitas dessas instituições ainda possuem ideias um tanto ultrapassadas e processos engessados – o que se torna o seu principal desafio para 2023, e seu ponto fraco em relação às fintechs.
Por outro lado, uma das principais vantagens dos bancos tradicionais em relação às fintechs é a diversificação de suas receitas.
Bancos maiores, como Santander, Bradesco e Caixa Econômica Federal, possuem hoje diferentes produtos e fontes de receita. E dessa forma acabam sofrendo menos com questões econômicas atuais, sendo a principal delas o aumento na taxa de juros, que tem como consequência o aumento da inadimplência.
Além disso, bancos digitais precisam possuir um ecossistema completo para competir com os tradicionais. E nem sempre isso é algo simples de se conseguir.
O Banco Inter é um ótimo exemplo de banco tradicional com cara de fintech, que conseguiu se renovar e se adaptar ao novo mercado.
Por fim, vale dizer que, segundo pesquisas, mesmo com o sucesso das fintechs, o consumidor médio ainda não abre mão de um banco tradicional. De acordo com pesquisa encomendada pela Akamai à Cantarino Brasileiro, as instituições tradicionais seguem na frente dos bancos digitais, uma vez que são a conta principal de 66% dos brasileiros.
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