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Atacado famoso de Porto Alegre comercializava produtos que ficaram submersos na enchente

Entenda o caso do atacado em Porto Alegre que comercializava produtos que estiveram submersos durante uma enchente.

Na tarde da última terça-feira (18), as autoridades de fiscalização do Procon de Porto Alegre atuaram decisivamente contra a prática ilícita de um atacado famoso. O local se situa na zona norte da capital gaúcha.

A ação se desencadeou após o recebimento de uma denúncia por parte do Ministério Público do Rio Grande do Sul. Logo, constatou-se que o estabelecimento estava oferecendo para venda produtos que haviam sido atingidos e submersos durante recente inundação na área. Continue a leitura para mas informações!

Como foi a condução da operação de fiscalização no atacado de Porto Alegre?

Lata danificada em atacado em Porto Alegre que comercializava produtos submersos na enchente.
Imagem: Reprodução / MPRS

O Procon, em atendimento a uma solicitação oficial do Ministério Público, dirigiu-se ao local suspeito para uma averiguação detalhada. Lá, os fiscais identificaram que alimentos e outros itens estavam sendo comercializados mesmo após a água da enchente tê-los afetado. Logo, a prática vai contra as normas de segurança alimentar.

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Ademais, o promotor de Justiça Alcindo Luz Bastos da Silva Filho, da Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor, enfatizou a gravidade da situação. Ele reportou que, além de vender os produtos danificados, o atacado estava tentando limpar e restaurar itens claramente inadequados para consumo, expondo os consumidores a riscos significativos de saúde.

Quais foram as consequências legais para o supermercado?

Aliás, imediatamente após a confirmação das irregularidades, o Procon emitiu um auto de infração e aplicou uma multa ao atacado pela conduta inadequada. O forte embasamento legal serviu para reforçar a seriedade do tratamento com as infrações relacionadas à segurança do consumidor. Assim, entre as ações realizadas, espera-se que:

  • A multa aplicada objetiva coibir que novos incidentes similares ocorram.
  • O caso segue sob análise para possíveis medidas adicionais pelas autoridades competentes.

Por fim, para conferir mais imagens sobre a condição dos produtos comercializados pelo atacado em questão, visite o site do Ministério Público do Rio Grande do Sul.

Imagem: Reprodução / MPRS