Troca de nome
Assim, Wellington Dias (PT), ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome falou sobre os próximos passos do Bolsa Família.
“A perspectiva é, a partir de agora, ter a família como centro das políticas que têm como âncora o Novo Bolsa Família, a transferência de renda. Uma das preocupações é com a criança nessa fase de formação. A previsão é que a gente possa já em fevereiro trabalhar as condições de atualizar o Cadastro Único para que, a partir de março, o pagamento já seja acrescido dos R$ 150 por criança de zero a seis anos”.
Além disso, Dias também afirmou que a troca para o nome Bolsa Família só será feita após Lula finalizar a proposta que muda as condicionalidades do programa social. Só então, será relançado ao público.
Condicionalidades
Portanto, essas condicionalidades são uma espécie de contrapartida que as famílias beneficiárias do Bolsa Família devem apresentar. De modo que elas servem como incentivo do governo para fomentar a educação e saúde.
Diante disso, o Ministério do Desenvolvimento irá instaurar uma Câmara Interministerial permanente. Abrangendo o Ministério da Educação e o Ministério da Saúde para desenvolver os novos critérios do Bolsa Família. Assim, as novas condicionalidades devem começar a valer a partir de março, juntamente com o relançamento do Bolsa Família.
Assim, na área de educação serão considerados a evasão escolar, que aumentou durante a pandemia da Covid-19, além da repetência e da frequência dos estudantes às aulas. Já na saúde, o foco será na carteira de vacinação, pois as coberturas vacinais estão com os níveis baixos.
Imagem: Júlio Dutra/ Min. Cidadania