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Banco do Brasil faz revelação bombástica sobre o Drex

O Banco do Brasil revelou novas informações sobre seus estudos em relação à moeda digital Drex. Confira nesta matéria.

Sofia CarvalhidoPor Sofia Carvalhido2 min de leitura
banco do brasil drex

Graças ao desenvolvimento da moeda digital brasileira, os bancos nacionais estão buscando maneiras de utilizá-la. Nesse sentido, o Banco do Brasil revelou que um dos principais estudos em relação ao Drex está focado na aplicação do real digital para melhorar a eficiência das operações com verbas públicas.

Sendo assim, Rodrigo Mulinari, CTO do Banco do Brasil, e Julierme de Souza, gerente-executivo de TI do banco, explicam os esforços empreendidos pela instituição para se adaptar à crescente expansão da tecnologia blockchain. Confira mais informações sobre casos de uso do Drex.

Casos de uso do Drex

Celular com a logo do Drex e moeda de 1 real ao fundo.
Imagem: rafapress / shutterstock.com

De acordo com Mulinari, em entrevista para a EXAME, o Brasil e, consequentemente, o sistema financeiro do país estão passando por um grande processo de digitalização que cresceu durante a pandemia da Covid-19. Dessa forma, o Drex emerge como um passo adiante nesse processo por meio da tokenização, considerada pelo CTO como a ‘evolução da digitalização’. 

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Assim, essa abordagem possibilitará a tokenização de diversos ativos, permitindo, assim, sua negociação de maneira mais eficiente e flexível. Na visão do executivo, esse processo promete uma democratização mais ampla de diversos produtos disponíveis no mercado. Portanto, impulsionada por funcionalidades como a fragmentação de ativos e a integração de garantias por meio de contratos inteligentes.

Projeto do Banco do Brasil sobre o Drex

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Segundo o CTO do Banco do Brasil, o estágio atual do piloto do Drex, em que o banco participa, foca na validação do ambiente e do arcabouço tecnológico que sustentará a moeda. Ele destaca a complexidade desse desafio, enfatizando que a maior questão é a combinação de segurança e privacidade. 

Além disso, compara o processo ao do Pix, buscando simplificar aspectos tecnológicos e tornar o Drex mais acessível. Ademais, o executivo expressa confiança no cronograma estabelecido, ressaltando que as entregas iniciais indicam a viabilidade do projeto, que impactará todo o mercado.

Imagem: rafapress / shutterstock.com

Sofia Carvalhido

Autor

Sofia Carvalhido

Me chamo Sofia Carvalhido, tenho 20 anos e faço Jornalismo na Universidade Federal de Ouro Preto, atualmente cursando o sexto período. Sou estagiária de redação no site Seu Crédito Digital e faço freelancer no site Korean Magazine BR.

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