Aumento no número de clientes
À vista disso, atualmente, o Inter tem cerca de 25 milhões de clientes. Portanto, para chegar a 60 milhões, seria preciso conquistar 7 milhões de usuários por ano. Assim, esse número corresponde a um pouco menos do que os 8 milhões de clientes que o banco digital conquistou nos dois últimos anos.
Ademais, para alcançar a meta, o índice de eficiência – quanto menor, melhor – teria que reduzir mais de 30 pontos porcentuais. Além disso, o ROE de 30% só será possível com um lucro de R$ 5 bilhões ao ano, com uma carteira de crédito de R$ 100 bilhões.
No entanto, no terceiro trimestre de 2022, a carteira era de R$ 22 bilhões. Contudo, houve um prejuízo líquido de R$ 30 milhões (ou lucro ajustado de R$ 23 milhões) e o ROE ficou negativo em 1,7%.
“Ao equilibrar investimentos em tecnologia com crescimento e rentabilidade, indo muito além dos serviços bancários, o Inter se tornou o primeiro Super App das Américas. Construímos um conjunto de ofertas a partir da nossa conta digital que são incomparáveis no mercado”, destacou Menin.
Evolução
“Estamos nos estágios iniciais da nossa evolução, mas os resultados positivos mostram que está na hora de levar o Inter ao próximo nível. Estamos confiantes de que temos a estratégia, as soluções e a equipe certas para executar nosso plano, perseguir nossos objetivos e entregar um crescimento sustentável”, completou.
De acordo com CEO, conforme o Inter aumenta sua base de clientes e melhora a monetização, a expectativa é de que, ao longo dos anos, a taxa de eficiência seja maior do que outros bancos que atuam no mesmo segmento.
“Nossas métricas e indicadores de desempenho também seguirão crescendo enquanto continuamos nossa expansão. O Inter reúne o melhor dos dois mundos, banco e tecnologia, criando uma melhor experiência ao cliente, que gera melhores retornos para todos os nossos stakeholders”.
Com informações do Valor Econômico.
Imagem: Divulgação / Banco Inter