BC manda mensagem direta a Haddad e Lula: hora de conter gastos
O Banco Central (BC) enviou uma mensagem clara ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad: o momento exige cautela fiscal. Nesta quarta-feira (18), o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu manter a taxa Selic em 15% ao ano, mantendo o Brasil com a segunda taxa real de juros mais alta do mundo.
No comunicado oficial, a autoridade monetária ressaltou que cortes de juros não são viáveis enquanto houver incertezas fiscais e expectativas de inflação acima da meta. A medida reforça o compromisso do BC com a estabilidade de preços e sinaliza prudência diante de indicadores econômicos ainda voláteis.