A Bíblia hebraica de 1.100 anos, conhecida como Codex Sassoon, foi leiloada por um valor escandaloso! Um dos manuscritos mais antigos do mundo foi vendido por US$38 milhões, algo em torno de R$187,5 milhões.
Bíblia de 1.100 anos é vendida, e o VALOR é de cair o queixo; veja
A Bíblia Hebraica de 1.100, conhecida como Codex Sassoon, foi leiloada por um valor escandaloso! Continue a leitura para saber mais.
Ele é um volume de pergaminho encadernado em couro e contém quase toda a Bíblia hebraica escrita, datado do início do século 10. Assim, quem vendeu o documento histórico foi o colecionador Jacqui Safra, sobrinho de Joseph Safra, falecido em 2020.
Já quem comprou o manuscrito foi Alfred H. Moses, ex-embaixador dos EUA na Romênia, em nome do Amigos Americanos do ANU. O Codex Sassoon retornará ao Museu do Povo Judeu em Tel Aviv, por meio de doação de Moses.
Leilão de Bíblia hebraica tem preço muito alto
O valor do Codex Sassoon foi um dos mais altos já registrados em leilão de manuscritos. Entretanto, não ultrapassou o montante de uma cópia rara da constituição estadunidense, que foi à leilão em 2021 por US$43 milhões.
Ainda assim, o valor de venda superou o do Codex Leicester, de Da Vinci, que foi à leilão em 1994 por US$31 milhões – o equivalente a US$60 milhões na moeda atual, aproximadamente.
Dessa forma, o Codex é um dos 2 únicos manuscritos que contêm os 24 livros da Bíblia hebraica que sobreviveram até os dias de hoje. Aliás, seu nome é em homenagem ao proprietário anterior, David Salomon Sassoon (1880-1942), que tinha a maior coleção de textos judaicos mais importantes do mundo.
Saiba mais sobre o Codex Sassoon
Segundo Sharon Liberman Mintz, especialista da casa de leilão Sotheby’s, o valor do manuscrito é um reflexo de todo o poder e significado da Bíblia.
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Mintz ainda declarou que o Codex Sassoon logo retornará, permanentemente, para o museu ANU em Tel Aviv, Israel. A Bíblia passou por diversos museus antes do leilão, inclusive o ANU, onde esteve em exibição em março deste ano.
Por fim, Moses, o comprador do item, declarou que a compra de um dos livros mais influentes da história serviu para levar de volta o que pertence ao povo judeu.
Imagem: Stig Alenas / Shutterstock.com
