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BNDES deve liberar R$ 5 bilhões a empresas do Rio Grande do Sul

O BNDES se propõe em liberar R$ 5 bilhões em crédito para empresas do Rio Grande do Sul. Saiba mais informações!

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anuncia medidas significativas para auxiliar empresas do Rio Grande do Sul afetadas por recentes calamidades naturais. Aloizio Mercadante, presidente da instituição, comunicou a liberação de R$ 5 bilhões em linhas de crédito emergenciais.

Este movimento visa apoiar o desenvolvimento econômico e a recuperação de empresas afetadas por adversidades recentes, como enchentes e crises econômicas. Continue a leitura para mais informações!

Como funcionará o apoio do BNDES?

Imagem da fachada do prédio do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social)
Imagem: Fabio Imhoff / Shutterstock.com

Segundo Mercadante, a nova linha de crédito conta com um aporte de R$ 500 milhões do Tesouro Nacional. Esses recursos fazem parte do Programa Emergencial de Acesso a Crédito (PEAC), com garantia do Fundo Garantidor (FGI), um mecanismo formulado originalmente para assistir pequenas e médias empresas durante a pandemia de COVID-19.

Além do suporte financeiro direto, o BNDES implementou uma política de suspensão temporária do pagamento de juros e dívidas. Esta medida, conhecida como standstill, é válida por 12 meses e se destina a empresários e produtores rurais de municípios em estado de emergência ou calamidade pública devido às chuvas.

Mercadante afirmou que eles estavam comprometidos não apenas em financiar, mas também em participar ativamente da reconstrução e adaptação dessas regiões. Ele mencionou que o BNDES buscará experiências internacionais que possam contribuir para uma recuperação eficiente das áreas afetadas.

Ampliação da proteção ao setor siderúrgico brasileiro

Além disso, em outro movimento de proteção à indústria nacional, Mercadante revelou que o governo pode ampliar as medidas para proteger o setor siderúrgico do Brasil contra práticas de dumping global. Recentemente, o Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex) elevou para 25% o imposto de importação sobre 11 produtos de aço. Porém, a indústria solicitou proteção para 35 produtos.

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Por fim, o presidente do BNDES disse que o compromisso do governo é expandir o monitoramento às necessidades industriais e, ainda, que tem o comprometimento com a manutenção dos empregos e fomento a novos investimentos.

Imagem: Fabio Imhoff / Shutterstock.com