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Bolsonaro está na mira da Polícia Federal esta semana; entenda o porquê

Clique aqui para saber sobre quais casos Jair Bolsonaro deverá falar com os investigadores da Polícia Federal está semana!

Ana LuisaPor Ana Luisa2 min de leitura
Jair Bolsonaro passando as mãos no rosto com cara de preocupado durante evento.

O ex-presidente da República, Jair Messias Bolsonaro (PL), vai prestar dois depoimentos para a Polícia Federal (PF) na próxima quinta-feira (31). Os investigadores querem ouvir a versão do político para os fatos que envolvem o grupo de WhatsApp com empresários que queriam um golpe de estado, bem como sobre a venda das joias.

Atualmente, o ex-mandatário do país faz parte (indireta ou diretamente) de 5 investigações da PF. Assim, será a sexta vez que Bolsonaro recebe uma intimação para prestar esclarecimentos aos investigadores. Em ambos os casos, eles querem saber o grau de envolvimento do ex-presidente nos crimes.

Ligação entre Bolsonaro e empresários

O primeiro depoimento será a respeito do envio de mensagens com informações falsas para um grupo de WhatsApp com alguns empresários brasileiros. Nesse grupo, Bolsonaro divulgou informações falsas sobre a segurança do sistema eleitoral brasileiro com o objetivo de colocar em xeque o resultado das eleições.

Além disso, a PF investiga outros participantes devido a uma troca de mensagens em que eles planejavam um suposto golpe de estado, caso o político não ganhasse as eleições de 2022.

Imagem: Yuri Murakami / shutterstock.com

Oitiva das joias

O segundo depoimento de Bolsonaro para a PF será uma oitiva com mais sete pessoas sobre o desvio e a venda de joias que deveriam fazer parte do acervo da União.

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Uma oitiva é quando várias pessoas prestam depoimentos ao mesmo tempo sobre o mesmo assunto. O objetivo é evitar que os investigados possam combinar as versões que vão apresentar à PF. Assim, além do ex-presidente estarão presentes:

  • Michelle Bolsonaro (ex-primeira-dama);
  • Tenente-coronel Mauro Barboda Cid (ex-ajudante de ordens da presidência);
  • Mauro César Lourena Cid (pai de Mauro Cid);
  • Frederick Wassef (ex-advogado de Bolsonaro);
  • Fabio Wajngarten (advogado e ex-secretário do governo Bolsonaro);
  • Marcelo Câmara (assessor);
  • Osmar Crivelatti (assessor).

Entretanto, se os depoentes tentarem combinar as suas versões sobre o caso, eles podem ser presos por Obstrução de Justiça.

Imagem: Yuri Murakami / shutterstock.com

Ana Luisa

Autor

Ana Luisa

Jornalista formada na UFV e redatora

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