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Brasileiro joga fora, em média R$108 por mês no cheque especial

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Parte dos brasileiros teve problemas pra fechar setembro no azul. E o que é pior: apostou em dívidas caras pra sair desse “buraco”. É o que revela uma pesquisa do aplicativo de finanças Guiabolso, com 245 mil usuários de todo o país. Os números ainda destacam que quase 25% dos usuários escolheram o cheque especial como tentativa de equilibrar as contas.

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E por causa dessa opção tiveram que pagar, em média, R$ 108 de juro por pessoa. Tanto a incidência quanto o valor médio subiram na comparação com o mês anterior, com janeiro deste ano e em setembro de 2018.

Valor médio pago no cheque especial

Desde setembro de 2018, a média de usuários nesta situação oscila, mas permanece na proporção de um em cada cinco. Já o valor pago, chegou a ficar abaixo de 3 dígitos em janeiro (R$ 97,70). Mas desde então decolou até incríveis R$ 121 em abril. De lá pra cá, vinha recuando gradativamente, até voltar a subir
em setembro.

“O juro do cheque especial é um dos mais caros que existem e está em quase 13% ao mês. A recomendação imediata é trocar o quanto antes essa dívida por uma mais barata, como um empréstimo pessoal”, orienta o diretor de Produto e Tecnologia do Guiabolso, Julio Duram.

“É aceitável usar o cheque especial por alguns dias por causa de uma emergência ou um pequeno ajuste no orçamento. Agora, se a situação se repete todo mês, o problema é mais grave e pode exigir ajustes e uma visão mais detalhada e frequente do orçamento, de quanto e de como se gasta”, aconselha Duram.

Números do cartão de crédito

Outra dor de cabeça enfrentada por quase 4% das pessoas responde pelo nome de cartão de crédito. “Ou melhor, ao uso inadequado dele por não pagar toda a fatura. Jogar parte dessa dívida pro mês seguinte pode ser o início de uma bola de neve capaz de acabar com o orçamento de qualquer um”, compara
o diretor do Guiabolso.

O valor médio de juros pago por quem ficou no rotativo recuou pouco mais de R$ 14 entre agosto e setembro. Depois de se flertar com os três dígitos na metade do ano, o valor atual se aproxima do que estava sendo pago no começo de 2019 (R$ 71,46 em janeiro).

Assim como no cheque especial, os juros do cartão de crédito subiram gradativamente até junho. Nos últimos meses, o valor começou a recuar, assim como o total de pessoas que utilizam esse recurso. “O total de pessoas no rotativo do cartão baixou quase dois pontos percentuais e o valor médio pago de juros foi quase R$ 15 menor entre agosto e setembro. Se essa tendência continuar, o bolso do consumidor é quem mais vai ganhar”, destaca Duram.

Valor médio pago no rotativo

Julio Duram aposta em um movimento já iniciado em outros países e com discussões iniciais lideradas aqui no Brasil pelo Banco Central como um aliado pra baixar a média de juros do cheque especial e do cartão de crédito.

“Acredito que o open banking possa contribuir com juros menores e personalizados. Partindo do ponto que o cliente é dono da própria informação bancária e poderia autorizar outras instituições a usá-las, seria possível afastar o risco de não pagamento que costuma ser incluído nas tarifas e aumentar a concorrência entre os que ofertam. E aí sim o consumidor poderia sair ganhando”, propõe Duram.

Sobre o Guiabolso

O Guiabolso é um aplicativo personal trainer das finanças que torna mais fácil a maneira como as pessoas lidam com dinheiro e tem acesso a produtos financeiros. O app organiza todas as contas em dois minutos, tudo automático, sem a pessoa ter de anotar os gastos. Além de dar sugestões pro usuário conseguir
gastar melhor o dinheiro e guardar mais, a plataforma faz a curadoria de produtos financeiros de acordo com o perfil da pessoa. A missão do Guiabolso é ajudar as pessoas a melhorarem a vida, além de transformar o sistema financeiro. Hoje já conta com 5,6 milhões de histórias. O aplicativo surgiu em 2014 e de lá pra cá já recebeu R$ 215 milhões em cinco rodadas de investimentos.

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