O Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) acaba de divulgar a pesquisa mensal sobre a cesta básica referente ao mês de agosto. De acordo com o levantamento, o item registrou queda em 16 capitais. Já na comparação anual, o número cai para 9.
Ao longo deste ano, de janeiro a agosto, o custo também apresentou redução na maioria das localidades consideradas para compor o levantamento. Nesse sentido, as maiores quedas foram registradas em Vitória, Goiânia e Belo Horizonte.
Além do preço da cesta básica, o DIEESE faz uma importante relação com o atual salário mínimo. Atualmente, o piso nacional está em R$ 1.320. Com base na pesquisa do órgão, o tempo médio de trabalho para adquirir o produto é de 109 horas e 1 minuto. Em relação ao mês anterior, houve uma pequena diminuição.
Comprometimento do salário com a cesta básica

Ainda de acordo com a pesquisa do DIEESE, os brasileiros que são remunerados pelo valor correspondente ao salário mínimo atual tiveram a renda amplamente comprometida para comprar uma cesta básica.
Ademais, a pesquisa considera o salário líquido, já descontada a alíquota da Previdência Social. Neste caso, os trabalhadores comprometeram, em média, 53,57% do salário para comprar os itens que compõem a cesta no mês de agosto.
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Apesar do alto nível, na comparação anual, ou seja, em agosto de 2022, as pessoas tinham cerca de 58% comprometidos para o mesmo fim. Em relação ao mês de julho de 2023, o percentual ficou em 54,61%.
Preço da cesta entre as capitais
Por fim, veja as localidades em que os preços médios da cesta básica foram os mais altos.
- Porto Alegre: R$ 760,59;
- São Paulo: R$ 748,47;
- Florianópolis: R$ 743,94;
- Rio de Janeiro: R$ 722,78;
- Campo Grande: R$ 691,70;
- Brasília: R$ 689,98;
- Curitiba: R$ 685,13;
- Vitória: R$ 660,88;
- Belo Horizonte: R$ 646,02;
- Fortaleza: R$ 642,68.
Imagem: Marcos Casiano/Shutterstock.com
